Fotografia: DM

Arte urbana dá nova vida a paredes degradadas ou esquecidas no centro da cidade

O FENDA – Festival de Arte Urbana inaugura na sexta-feira a primeira parte do seu novo modelo bianual.

Rita Cunha
30 Ago 2022

Várias paredes, muitas delas degradadas ou esquecidas, de edifícios do centro de Braga têm ganho uma nova vida, dando cor à cidade. A “culpa” é do FENDA – Festival de Arte Urbana, uma iniciativa que reúne artistas locais e internacionais para disseminar a arte urbana na cidade e cujas obras serão inauguradas no decorrer da Noite Branca, a 2 de setembro.

Com direção artística do colectivo Cosmic Burger, curadoria artística da Circus Network e co-organizado com o município de Braga, a segunda edição do Festival conta com a participação de oito artistas de renome. São eles Mantraste, SpiderTag, Sebastião Peixoto, Monika Reut, Darren John, RA.SO.AL, Mots e Soraia Oliveira.

A Escola Secundária Carlos Amarante, o Edifício do Castelo, o Campo das Carvalheiras, o Centro Comercial Santa Bárbara, a Associação Creche de Braga, o Largo Barão S. Martinho, o Mercado Municipal e o Instituto D. João Cândido de Novais e Sousa são os locais onde podem ser apreciadas estas pinturas, as quais têm sido desenvolvidas pelos artistas ao longo do último mês.

Numa visita a algumas destas obras de arte, o presidente da Câmara Municipal de Braga destacou o interesse deste tipo de iniciativas não só para a cidade como também para os artistas que nelas participam, e que têm sido desafiados pelo município a, através da arte urbana, potenciarem a sua capacidade e talento de expressão e de regeneração urbana.

[Notícia completa na edição impressa do Diário do Minho]





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