Ceuta, Madrid, Paris, Barcelona, Limoges, Milão, Bruxelas, Bordéus, Marselha, Tirana, Lisboa, Porto, Belgrado…). Especialmente em Setembro e Outubro deste ano, têm-se sucedido manifestações e comícios (em alguns casos seguidos de desordens, violência e saques), em muitas cidades europeias. É verdade que nem sempre os motivos são os mesmos. Na Albânia, p. ex., é o justo protesto contra o projecto de Kushner, o rico genro judeu de Trump, de destruir com saloios “resorts”, um troço da pristina costa virgem deste país adriático. Em Belgrado, são os mesmos elementos anti-patrióticos e para-mafiosos do costume, que pretendem tirar a Sérbia da tradicional órbita de Moscovo, tal como fizeram em Kieve. Em Lisboa e Porto, é para protestar contra novas cláusulas do arrendamento urbano que agravam as condições dos inquilinos. Porém, não é de rendas inflacionadas ou de despejos facilitados que queria tratar aqui hoje.
A minha “teoriazinha da conspiração” sobre as manifestações (e saques) de Paris e Madrid). Evoluindo a Política (e a História), com frequência, impulsionadas por conspirações e interesses secretos que costumam escapar à análise (e ao próprio conhecimento) do Público, é estranho que este mesmo Público costume descartar (e até sorria com desdém) daquilo que costuma qualificar como “teorias da conspiração”. Tem razão num ponto: é que algumas dessas teorias são falsas (e mesmo absurdas, ridículas); sobretudo porque são inventadas para servir de “cortina de fumo” para afastar o mesmo Público de dar valor àquelas que são bem reais e fundamentadas. Mas que, por se tratar de “conspirações” são, por natureza, secretas. Porém, bastante intuíveis e prováveis.
Assim, analisemos as “manifs” de Madrid). Cá para mim, as concorridas manifestações que tiveram lugar dias seguidos na capital de Espanha (e que incluíram um acampamento junto às famosas Portas do Sol) tiveram como pretexto o protesto contra o “despejo” duma mulher de 87 anos vítima da aquisição do seu prédio, por um “fundo imobiliário”. Salvo erro, o tribunal deu-lhe agora razão, mas passados dias, a senhora morreu. Curiosamente o seu nome era Maricarmen Abascal. Tão “Abascal” como o líder do VOX; tal como Barak Hussein Obama era tão “Hussein” como Saddam Hussein, o pres. do Iraque (inocente a respeito do “11 de Setembro”), líder que o anterior pres. americano, G. Bush (filho), judeu pelo lado materno, mandou enforcar.
Para mim, estas “manifs.” de Madrid apareceram para desviar a atenção da invasão de Ceuta pelos jovens marroquinos). Os “media” só falavam (e bem) da não controlada invasão da cidade espanhola de Ceuta por ca. de 70 mil marroquinos (e alguns sub-saharianos); dos quais ainda por lá estarão hoje mais de 5 mil! Invasão que originou grandes manifestações de “ceutis” (cristãos e muçulmanos) e que iriam progredir para uma bem saudável e racional onda política de sentimentos patrióticos e anti-marroquinos. É que a desculpa dos ajuntamentos esquerdistas em Madrid (a falta de andares baratos) era um assunto que o PM socialista Sánchez tivera 8 anos para resolver. Por quê então agora, em que Ceuta era o “assunto do dia”? Não esqueçamos que Sánchez naturalizou quase 1 milhão de clandestinos; que a Espanha acolheu 5 milhões de migrantes “legais”; que só na Catalunha vivem 300 mil marroquinos; e que a manhosa FIFA se lembrou de organizar um Mundial que “irmana” Espanha, Portugal e … Marrocos. Bem pensado.
Já em França, tudo conspira para que Marine não se torne Presidente…). O cálculo dos seus inimigos (os inimigos de França…) é o seguinte. Se Marine for à 2.ª volta com o esquerdista (radical e apoiante destes saques) Mélenchon, ela ganha. Se aparecer alguém de surpresa agora, do “centrão” mas com algum prestígio, a vitória final de Marine, na segunda volta, não será tão fácil. Mesmo contra o já candidato (judeu) Glucksman, a vitória não é certa. Pois o ódio dos muitos franceses descendentes de estrangeiros hostis, à política patriótica dos Le Pen é tão grande (e eles já são tantos…) que, congregados aos ingénuos gauleses do costume, pode levar à derrota da heroica senhora. Que parece uma 2.ª versão de Joana d'Arc.
E pode até haver um atentado contra ela…). É que a Ucrânia é central para as ambições judaicas mundiais (e veja-se a obstinação dos mosaicos contra o Irão ou em Gaza…). Se na França, Alemanha e Inglaterra, em breve, houver governos pro-russos, a coisa fica difícil e volta à “estaca zero”. E Marine é mulher e está cada vez mais velha. E Bardella não tem metade do seu prestígio ou substância. Talvez Matthieu Valet…