Terra: de 4,4 “biliões” para mais 8 “biliões”, em apenas 60 anos). Eu ainda estudei Geografia, no liceu, por um bom atlas (quantos sabem hoje, o que é um “atlas”?) da Porto Editora, datado dos anos 60 ou 70, em que a população total do nosso Planeta ainda pouco passava dos 4 mil milhões de pessoas. Nesse tempo, os 7 países do Hindustão juntos, ainda não tinham ultrapassado a China em n.º de habitantes. E os 4,4 “biliões” já eram bem alarmantes, se comparados com os 920 milhões que havia em 1800; e os 1.600 M. de 1900. Ora, por mais bem geridos que fossem os recursos da Terra (nunca foram…), a pressão que o aumento populacional exercia sobre aqueles recursos, já se percebia que estava a começar a ser insuportável. Poucas décadas se haveriam de passar, contudo, até que na Europa se começou a dar conta de que havia uma forte agravante da situação: é que, a “explosão demográfica” acontecia precisamente nos países menos evoluídos (o “3.º Mundo”); enquanto que, por razões várias, a nossa Europa e a América do Norte, (onde sempre houve melhor capital genético) estavam estacionárias ou em provocada recessão demográfica. Realidades que pseudo-justificaram a admissão em massa, de trabalhadores (agora livres, não escravos como outrora…) vindos desses continentes do 3.º Mundo, para a Europa Ocidental e Central, sobretudo. Tudo isto, graves erros.
Os “ordenadores” e os “contadores”). Quando por altura da 2.ª Guerra Mundial foram inventados os 1.os computadores (à época, máquinas gigantes e imóveis), povos ingénuos como o americano ou o português, baptizaram-nos de “computers”, de “computadores”; isto é, máquinas para fazer contas (complicadas). Por seu lado, os nossos sábios vizinhos castelhano-leoneses, gente de sabedoria e de crítica humorística (Cervantes, Quevedo, etc.), logo perceberam o fundo da questão e crismaram-nos de “ordenadores”; isto é, máquinas que “davam ordens”, dirigiam as pessoas, organizavam os assuntos. E ainda a procissão nem tinha chegado ao adro. Poucos adivinhavam ainda os gigantescos futuros progressos da mesma Eletrónica, que tanta gente hoje seduz (de forma ilusória mas crescente e no fundo, bem dispensável); roubando-lhe hoje o interesse pelas coisas mais importantes do Mundo e da Vida… Profetas, pois, os espanhóis…
Homens comandados por máquinas e agora até, mortos por máquinas, os drones). Quando se vai a conduzir, ninguém gosta que o semáforo fique vermelho, embora então, parar se torne imperioso. Os Bancos têm despedido imensos funcionários, substituindo-os por caixas automáticas; e no fundo, pondo os clientes a substituir (gratuitamente) os mesmos funcionários. Os portageiros tendem a desaparecer, sendo substituídos pela “Via Verde” ou por caixas automáticas. Nas indústrias (inclusive na do fabrico automóvel), os “robots” tomam o lugar dos operários, de forma crescente. Na fratricida guerra Kieve-Moscovo, os russos do sul (ou ucranianos), patrocinados pelo benfazejo e chapliniano actor Zelenski, aperfeiçoaram de tal modo a técnica dos drones que, em caves secretas, através dos écrans dos drones matam, às dezenas de cada vez, as tropas moscovitas nas trincheiras. E destroem caríssimas refinarias; o que é um desastre não só para a Rússia, mas para o Mundo inteiro. E obviamente também, para a carteira de cada um de nós portugueses. Mesmo dos que, “tão acertadamente” continuam a ir no conto do vigário do transparente judeu de Krivoi Rog.. Cujo único ideal, parece, é abater o maior número possível de russos e ucranianos. Digo eu, que sou burro…
As redes sociais e a “pobre PIDE de outrora”). A grande maioria dos antigos agentes e informadores já morreu. Que diriam eles ao verem agora as pessoas a contar toda a sua vida ao telefone, a exibir-se nos “face books”, a ser filmada nas ruas e lojas por milhares de câmaras de vídeo?
Os monumentais gastos da I. A. em energia, água e espaços naturais, agora vocacionados para painéis solares). Será um desastre para a Biodiversidade mundial; para a conservação das paisagens. Não basta a “explosão demográfica” andar já a destruir as florestas e savanas (no Brasil, África, Ásia). E depois, queixam-se do aquecimento global… Em breve, macacos, leopardos, leões, zebras, búfalos, jaguares, só na televisão ou em pequenos zoos privados…
Os próprios donos da I. A. avisam). Que se nos entregarmos à I. A., há o risco de a própria máquina, tomar conta do seu destino (e dos nossos!) e agir em conformidade, tirando-nos do caminho. O feitiço pode-se virar contra o feiticeiro. Se os nossos ineptos líderes mundiais “semeiam ventos”, podem colher tempestades.