Setenta mil jovens marroquinos invadem a cidade espanhola de Ceuta). Os milhares da vanguarda, chegaram a nado. E quando a desordem ficou completa, a maioria entrou tranquilamente a pé, pelos portões. Cheios de “amor” pela Espanha e pelo resto da Europa, muitos deles vestiam camisolas de clubes europeus; mas boa parte deles exibia-se à frente das câmaras de televisão como conquistadores, arrogantes, “donos disto tudo”. Combinaram através dos telemóveis. E o “reino de Marrocos” fechou os olhos. Porque, claro, a prazo ambiciona mesmo recuperar os enclaves espanhóis de Ceuta e Melilla; até porque os ingleses do recém-demitido Starmer, em Junho também abriram as fronteiras do britânico Gibraltar à entrada livre de espanhóis. E porque Madrid também não reconhece a anexação do Sahara Ocidental por Marrocos. E porque Marrocos está com ciúmes da Argélia, pela “amizade” crescente desta com a Madrid socialista. E porque Rabat vê, na exportação dos seus jovens desordeiros (alguns deles, já traficantes…) e desempregados, um modo de resolver problemas internos. Além disso também, o VOX continua a não passar dos 15% em Espanha; e em Ceuta o governante actual é o judeu Vivas, do centrista PP.
Em 2022, Moscovo procurou militarmente recuperar a Ucrânia, perdida em 1991…). Invocou, e bem, pesadas razões históricas. Rússia, Bielo-Rússia e Ucrânia são um só núcleo nacional, as línguas são parecidíssimas, a religião é a Ortodoxa (e o patriarcado de todos era Moscovo); a ortografia, é o cirílico; a “Ucrânia” (designação que quer dizer apenas “fronteira”, só nasceu no séc. XIX). A Ucrânia como tal, nunca foi um país independente; e só devido à ineptidão do corrupto e decadente Yeltsin e à teimosia do medíocre “humorista” judeu Zelenski é que assim subsiste, à custa duma guerra que causou até agora meio milhão de mortos (valeu a pena…). E porque a 1ª capital da Rússia foi Kieve, entre 882 e 1240 (ano da conquista mongol). Após a subjugação de Kieve ao reino da Polónia-Lituânia e (o sul) aos tártaros e Império Turco, já desde 1667 (tratado de Andrussovo), Kieve volta a ser governada por Moscovo (até 1991…). Cerca de metade dos ucranianos actuais eram pró-russos e o seu líder, Yanukovitch, foi derrubado em 2014 por uma revolução anti-democrática; da qual se vingaram os russos anexando a preciosa Crimeia. E o papel colaborante que muitos ucranianos tiveram aquando da invasão hitlerista de 1941, põe os russos de sobreaviso contra qualquer intenção de Kieve, de no futuro aderir à EU (ou à NATO…); objectivos esses, pretendidos pelo irresponsável Zelenski, que arrisca arrastar o Mundo para uma 3ª Guerra Mundial, possivelmente com o uso de bombas termo-nucleares. Deus nos proteja desta gente arrogante e ambiciosa, que se tem na conta de ser a única “escolhida” pelo mesmo Deus.
Se aos Estados podem ser assim tranquilamente “requisitadas” as suas melhores províncias…). Então, que Portugal (e Espanha) se acautelem… O nosso povo, que hoje mal conhece meia-dúzia de coisitas da sua História Pátria, ignora por completo que os activos e audazes marroquinos conquistaram (sob Tarik e Mussa) quase toda a Ibéria em 5 anos (de 711 a 715 d. C.)! E que levou 5 séculos a Portugal e 7 a Espanha, a recuperar o que os mesmos “Mouros” lhes roubaram. Eles foram nossos Senhores por 5 e 7 séculos. E não se pense que os nossos antepassados fugiram todos para as Astúrias… Longe disso, quase todos ficaram nas vilas e aldeias, a obedecer aos colonos mouros e aos rigorosos seguidores de Maomé.
Por este caminho, qualquer dia Marrocos vai querer a “devolução” da Andaluzia toda…). E do nosso “Reino dos Algarves”, que incluía todo o Alentejo (a nossa “Ucrânia” enfim). Não é fantasia, atrás de tempos virão tempos. O Magrebe e o resto da África vivem há décadas uma forte “explosão demográfica”; enquanto a distraída “Europazinha liberal democrática”, entregue à droga e ao “rock” e ao Facebook, sofre um agreste “inverno demográfico” e despreza os trabalhos braçais. Às religiões cristãs (hoje bem menos fortes do que foram num passado recente), parece indiferente que entrem de repente na Europa, largas dezenas de milhões de adeptos do Islão, hoje tão afirmativo e pujante (e só os tabus deles, acerca do álcool e da carne de porco, é que jogam a nosso favor…). E atenção às Canárias, onde os frequentes desembarques são recebidos “com tanto entusiasmo e carinho”. E aos próprios Açores, salvos agora da ganância trumpista pelas piruetas habilidosas do experimentado diplomata dr. Rangel. Mas com prejuízo (perigoso) de iranianos e palestinianos; que não vão esquecer o uso das Lages. Repetindo o erro de 2003, que vitimou Saddam Husseyn e o inocente Iraque.