Como convencer Donald Trump a optar voluntariamente por uma demissão imediata?). A sua demissão (ou até um possível e bem fundamentado “impeechment”) têm sido, obviamente, o desejo dos inimigos que vem colecionando desde (e aí aliás sem fundamento) o seu 1.º mandato como Presidente. Porém agora, desde que ele vem inesperadamente submetendo toda a política externa americana aos mais pequenos “desejos” (transformados literalmente em ordens) do governo extremista de Israel. Agora que vem falando a sério, de propostas de invadir o território dinamarquês da Gronelândia; e de convidar ameaçadora e enigmaticamente o “britânico” Canadá a aderir à Federação americana. De raptar, sequestrar e caluniar o carismático presidente da Venezuela (e de roubar o petróleo deste país). De ameaçar invadir a vizinha e já tão boicotada Cuba. E agora sobretudo, depois ter “mano a mano” avançado com Israel numa absurda guerra de maciços bombardeamentos contra o Irão, assassinando selectivamente, sem qualquer respeito, todas as chefias (políticas e religiosas) deste Estado trimilenar (que se vingou fechando o estreito de Ormuz). Agora que apoiou os terroristas a tomar o poder na até então laica Síria. Agora que quase não consegue dizer duas frases seguidas que não incluam arrogância, provocações, total ausência de Diplomacia. Agora que se rodeou no Governo daquilo a que se costuma chamar de “yes men” (e “yes girls”, algumas tão insonsinhas, tão “barbiezinhas”). Agora que anuncia que vai deitar parte da Casa Branca abaixo para fazer um “fantastic” salão de baile e um Arco do Triunfo na capital (e que já dourou a “sala oval”). Agora que rebatizou o Golfo do México…
É tão bonito, Mar-a-Lago…). Bem, agora “probably, it's too much”. Agora, a bem de todos (inclusive do Presidente), não seria descabida a sua saída, eventualmente a sua demissão voluntária. Evitemos cenas deprimentes de “senta, deita, agora rebola”, em que a vítima seja o Presidente. Para o poupar a vexames futuros, físicos ou morais; que vão desde o tal “impeechment”; a uma prisão vexatória (em que pode ser assassinado, como aconteceu com o seu amigo Epstein ou com o ex-presidente sérbio, Milóshevitch). Ou para o poupar a um novo atentado, desta vez fatal, durante o exercício de funções (recordemos que, até os pacifistas da sua base “MAGA”, desde Marjorie T. Green, a Tucker Carlson e Joe Kent, andam agora com ele profundamente desiludidos). O grande Richard Millhous Nixon, nos anos 70, também se demitiu, e por motivos comparativamente bem fúteis. E Clinton só não se demitiu, porque optou (e tão mal…) por ficar nas mãos da chantagista judia Madeleine Albright, sua secretária de Estado. A demissão não é pois, assim coisa tão rara. No caso de Trump, o seu novo “Gerald Ford” seria o bem estruturado “vice”, David James Vance, jovem com um passado bem sofrido mas que se soube reabilitar; um “hill bilie” de cepa, e convertido ao Catolicismo. Com o senão de ser casado com uma filha de imigrantes hindus; porém, a avó do nosso diplomata D. Luís da Cunha também o era; ou o equilibrado centrista Narana Coissoró; ou o colonialista António Enes. E se a coisa correr mal (como com o inefável António Costa…), há sempre a solução do divórcio, tão popular na América. Perguntem ao próprio Trump…
A dita amizade com Putin). Esta boa relação com o chefe da Fed. Russa é, parece, bem verdadeira e tem sido sempre correspondida por parte de Putin. Porém é uma amizade improdutiva, pois não se traduziu, nem parece (eventualmente com Vance) ir traduzir-se em algo de consequente, como deveria ser. Superior à amizade de Trump (e de Vance) para com a direitista velha Rússia é a tão clara mas secreta submissão da política americana ao “lobby” israelita interno; e externo, com Netanyahu e Zelenski. Até este absurdo artista trágico-cómico hebraico de Krivoi Rog vem repetidamente à Casa Branca dar ordens a Trump, seguido de um séquito de governantes ditos “europeus”… Enquanto o amigo Putin é recebido uma só vez, na “porta das traseiras” do Alasca; e mesmo assim, para escândalo de muitos “fariseus”.
Negociar uma demissão, mas que inclua a cláusula de inimputabilidade). Todo o Mundo beneficiaria. O que interessa é que o chantageado Trump (por delitos ainda não revelados pelos “ficheiros Epstein”) saia já. Antes de arrastar involuntariamente o Mundo para problemas ainda mais sérios. Poderia até ser “pardoned” (perdoado) pelo sucessor Vance; tal como Trump fez em relação aos invasores do Capitólio. Ou o próprio Biden, penso que a um seu filho, que tinha negócios duvidosos na Ucrânia.
Orbán acaba de perder a eleição húngara por 38 contra 53%!). A associação a este “novo Trump” só atrai desastres. Acaba de acontecer na própria Hungria onde o notável Orbán perdeu para um seu antigo protegido; agora traidor e defensor da causa “gay”, de Zelenski, da dr.ª Ursula e do banqueiro judeu G. Soros…