Santa Páscoa. O RASI de 2025 apresenta uma análise integrada da criminalidade em Portugal, com fundamento nos dados fornecidos pelas principais entidades de segurança lusas. É um instrumento para avaliar tendências, suportar decisões políticas e orientar estratégias de prevenção e punição do crime. Os dados são recolhidos ao longo do ano pelos OPC-órgãos de polícia criminal e analisados pela Direção-Geral da Política de Justiça. A metodologia tem origem na estatística descritiva, o que ajuda a identificar padrões criminais, distribuição geográfica e evolução dos eventos, sem considerar de modo directo causas externas. Em 2025 registaram-se 365.802 participações criminais, i.e., um aumento de 3,1% face ao ano anterior. Este crescimento advém nomeadamente do aumento de crimes relacionados com o efeito de álcool, condução sem habilitação, desobediência e crimes conexionados com a imigração ilegal. Por outro lado, a criminalidade violenta e grave diminuiu 1,6%, somando 14.149 ocorrências, sobressaindo a redução dos roubos, que permanecem, todavia, a maioria destes crimes. Assim, amiúde furtos, burlas e crimes rodoviários. A violência doméstica sustenta números elevados, não obstante um ligeiro abaixamento. É um dos mais reportados. Já os crimes violentos como violação sexual e homicídio apresentaram aumentos preocupantes, demonstrando preocupações específicas nesta área. Como já dissemos noutra publicação: infelizmente, só um ingénuo pensará que aceitando Portugal muitos mais homens imigrantes do que mulheres, isso não terá quaisquer consequências. Assim como a Austrália, mutatis mutandis, impõe quotas profissionais aos imigrantes. Ou seja, não tem sentido dizer com satisfação como foi publicado há pouco tempo no Público: “cada 4 dias, Portugal legaliza 1 novo dentista Brasileiro”. E os outros trabalhos onde faltam profissionais?! Ou o objectivo é fazer de Portugal uma “clínica dentária” de desempregados?! Ou seja, como sempre, o planeamento é zero em Portugal. Há aumentos significativos do crime em Coimbra e Leiria. Mas nos Açores registam-se diminuições. Lisboa e Porto permanecem com elevados níveis de ocorrências, mas com tendências diferentes na criminalidade violenta. Vejamos: a criminalidade informática aumentou 13,4%, em especial os ciberataques - phishing, ransomware, fraudes em linha; o tráfico de droga cresceu muito, com o aumento de detenções e apreensões, especialmente de cocaína e haxixe, a criminalidade económico-financeira registou forte subida, designadamente no branqueamento de vantagens e corrupção, os crimes ligados à imigração ilegal sofreram igualmente um aumento muito expressivo, mais de 251%!; o tráfico de seres humanos manteve-se relevante, destacando a exploração laboral, mas também o comércio do trabalho sexual… Neste contexto alargado, a pornografia infantil (muito preocupante a CRIMINOSA decisão da União Europeia que incentiva a pedofilia e tráfico de crianças: milhares de organizações condenam fim do controlo de abuso sexual em linha pela UE!!! https://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/milhares-de-organizacoes-alertam-para-consequencias-devastadoras-do-fim-de-controlo-de-abuso-sexual-online ) e as fraudes com criptomoedas têm sido impulsionadas pela expansão tecnológica e baixa literacia digital. Dezenas de milhares de acções policiais foram executadas, incluindo fiscalização, prevenção e apoio a eventos. Verificou-se apreensão de armas, explosivos e grandes quantidades de substâncias ilícitas. O policiamento de proximidade junto a grupos vulneráveis é cada vez mais relevante. A segurança rodoviária, escolar, cibersegurança, sistema prisional, protecção civil e prevenção e punição de incêndios criminosos também são relevantes. Destaca-se ainda a cooperação internacional e a articulação entre entidades nacionais como fundamental para a eficácia do sistema. Portugal mantém-se seguro no geral, mas com desafios a nível global nas tecnologias informáticas e novas fórmulas de crime. A prevenção tem que ser contínua e articulada. Uma palavras para o crime de violação sexual que aumentou mais de 6% em 2025 e há cifras negras de quem tem vergonha e não mete queixa. Mais de 90% das vítimas são mulheres entre os 21-40 anos, mas também há homens. 52% são vítimas próximas do criminoso. Pelo que quase 50% são desconhecidos, o que só pode estar ligado ao facto de não ter sido escrutinado o cadastro criminal de milhões de imigrantes que entraram em Portugal por meio de leis, elas próprias, criminosas! Certos partidos políticos e políticos deviam indemnizar estas vítimas e suas famílias. Art. 22º da Constituição que está a fazer 50 anos.