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JMJ é uma oportunidade para «crescer na fé»

JMJ é uma oportunidade para «crescer na fé»
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Publicado em 27 de novembro de 2022, às 17:53

O presidente do Comité Organizador Diocesano pediu a colaboração das famílias, para que «acolham bem» os grupos vindos de várias pontos do mundo.

A Pastoral dos Jovens de Braga quer que a preparação da Jornada Mundial da Juventude Lisboa 2023 seja uma oportunidade para «fazer caminho juntos» e «crescer na fé» e não se fique por uma organização logística das estruturas paroquias, arciprestais e diocesana.

O propósito foi sublinhado ontem pelo responsável do Departamento Arquidiocesano da Pastoral de Jovens, o cónego Avelino Amorim, na Assembleia Diocesana, que se realizou no auditório da Universidade do Minho, em Guimarães.

Segundo o responsável, que é o presidente do Comité Organizador Diocesano (COD), a organização das dinâmicas e o acolhimento dos jovens rumo à JMJ é importante, mas mais importante é o que é proposto neste caminho, que se quer sinodal, e que deverá permanecer para lá da festa que irá reunir milhares de jovens naquele que é o maior evento da Igreja Católica dedicado à juventude.

«Que este seja um caminho não para chegar a uma meta, que é agosto de 2023, mas para fazer de agosto de 2023 um ponto do percurso dos jovens que estão a fazer caminho. E que possa ser também um ponto de partida para aqueles que ainda não estão nesta caminhada», desafiou.

Em relação ao alojamento dos jovens que em finais de julho vão participar naqueles que são os Dias na Diocese, estão ser criadas «todas as condições para que o acolhimento não seja uma dificuldade», disse o cónego Avelino Amorim, notando que «acolher é mais do que alojar».

O presidente do COD pediu a colaboração das famílias, para que «acolham bem» os grupos vindos de várias pontos do mundo, e pediu às paróquias que «não trabalhem sozinhas, mas procurem sempre contato com as equipas arciprestais».

Quanto à peregrinação dos símbolos da JMJ, lembrou que chegam à Diocese de Braga no dia 29 de janeiro e vão peregrinar pelos 14 Arciprestados, até 3 de março. O acolhimento da cruz e do ícone mariano, vindos da Diocese de Viana do Castelo, acontecerá na Ponte da Amizade, em Esposende.

Os bispos da Arquidiocese vão acompanhar a peregrinação dos símbolos em todos os Arciprestados, sendo a programação das dinâmicas da responsabilidade das Equipas arciprestais que ontem foram convidadas a estar presentes no acolhimento em Esposende.


Autor: Jorge Oliveira