A Arquidiocese de Braga promove, no dia 23 de maio, a Vigília de Pentecostes, reunindo movimentos, obras e associações laicais num momento especial de oração, comunhão e testemunho de fé que percorrerá as ruas da cidade de Braga sob o lema “Juntos, servidores criativos, no Caminho de Páscoa”.
A peregrinação, promovida pela Vigararia dos Leigos, Família e Vida, tem início às 14h00, na igreja do Pópulo, culminando pelas 17h00 na Sé de Braga. É presidida pelo bispo auxiliar D. Nelo Pita, Vigário Episcopal para os Leigos, a Família e a Vida.
A Vigília destina-se a todos os membros dos Movimentos, Obras, Associações Laicais, mas está aberta também à participação de toda a comunidade cristã.
A celebração insere-se na preparação litúrgica da solenidade de Pentecostes (este ano a 24 de maio), uma das datas mais importantes do calendário cristão, que evoca a descida do Espírito Santo sobre os apóstolos, cinquenta dias após a Páscoa.
O acontecimento é considerado o momento fundador da Igreja católica, marcando o início da missão evangelizadora dos discípulos de Jesus.
«No Dia de Pentecostes celebramos o nascimento da Igreja. Os apóstolos recebem o Espírito Santo e, partir desse momento, tudo se transforma», afirma D. Nélio Pita, num convite dirigido aos fiéis para participarem na celebração.
A vigília pretende ser um momento de encontro e de renovação espiritual, em consonância com o programa pastoral da Arquidiocese de Braga, sob o lema “Juntos no Caminho de Páscoa”.
A Comissão Coordenadora da Vigararia dos Leigos, Família e Vida destaca que este encontro será para «celebrar todos os carismas, que são fruto do Espírito Santo».
«Pretendemos juntos ser uma Igreja viva, em saída e missionária, animada pelo Espírito Santo. Uma Igreja onde cada um se coloca em atitude permanente e criativa ao serviço dos irmãos, para levar Jesus a todos e todos a Jesus!», afirma.
A Arquidiocese de Braga, considerada a mais antiga diocese portuguesa e uma das mais relevantes da Península Ibérica, tem vindo nos últimos anos a organizar atividades de maior envolvimento dos leigos na vida pastoral e missionária da Igreja, procurando, assim, reforçar a participação das comunidades na evangelização e vida comunitária.
