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Rui Sousa propõe que Catedral aponte caminhos de esperança a pessoas com as mais diversas dificuldades

Rui Sousa propõe que Catedral aponte caminhos de esperança a pessoas com as mais diversas dificuldades
Fotografia DM

Publicado em 21 de fevereiro de 2026, às 21:30

Pároco de São Vicente assumiu hoje função de membro do Cabido

O atual pároco de São Vicente e agora, também cónego Rui Sousa, associou «a alegria» de integrar o Cabido a «uma grande» responsabilidade.

«Ficar ligado à principal igreja da Diocese é uma maior responsabilidade. Mas é também uma alegria ser convidado a integrar este grupo de sacerdotes que se dedica ao cuidado da liturgia, da espiritualidade, da cultura e do património da catedral»,  revelou ao Diário do Minho,notando que ao Cabido compete também o «cuidado do património que aqui [na Sé] se executam, para que sejam exemplares para todas as comunidades da nossa Diocese».

Ciente de que a Catedral  é um ponto onde se cruzam fé e inquietações, o cónego Rui Sousa não ignora que «há espaço para também ser criado aqui na Sé», um serviço de atendimento e orientação espiritual similar ao que foi recentemente criado no Bom Jesus. É que a Catedral é visitada por «muitos curiosos, mas também vem muita gente à procura de respostas para os problemas que tem».

Notando que além do Bom Jesus, também as paróquias de São Victor e de Priscos oferecem esse serviço, Rui Sousa revelou que também em São Vicente, onde é pároco, estão a ser feitas diligências nesse sentido. 

O propósito é aproveitar a celebração do centenário da Paróquia de São Vicente para «estabelecer um protocolo com a Universidade Católica», que envolva professores e estagiários de Psicologia, num movimento que também integre sacerdotes e leigos  com a missão de «fazer um acompanhamento mais holístico das pessoas que, de facto, procuram acompanhamento espiritual e que necessitam de de orientação e de sentido para a vida»

«Estão a surgir estas respostas, porque as pessoas estão à procura.E a Catedral pode ser também esse foco e pode ser esse motor de desenvolvimento do acompanhamento das pessoas que, de facto, procuram Cristo na sua vida, que às vezes têm dúvidas sobre como o encontram e que, nos momentos de fragilidade, nas dificuldades, no sofrimentos, também querem perspetivar como é que Deus lhes está a apontar caminho para trilharem e para perceberem que não estão sozinhas neste caminho».