O projeto, que ganhou o nome de “Lampreia do rio Minho: Um produto de excelência”, já foi apresentado ao Turismo de Portugal e aguarda pela aprovação financeira, comparticipada a 90%, de mais de 230 mil euros.No fundo, e como explicou Ana Paula Xavier, da Adriminho, o objetivo do projeto, que nasce das sucessivas edições gastronómicas “Lampreia do Rio Minho - Um prato de excelência”, passa por combater a sazonalidade turística e “certificar” a verdadeira lampreia do rio Minho. «Queremos que as pessoas quando vão comer lampreia que saibam que aquela lampreia é captada no rio Minho», apontou Ana Paula Xavier, que desta forma quer impor um produto de excelência que é procurado em todo o mundo. «A nossa lampreia é muito procurada pela qualidade que tem. O problema é que nem sempre os consumidores estão a comer uma verdadeira lampreia do rio Minho», disse, dando conta de outro projeto que está a ser desenvolvido por biólogos.
A responsável da Adriminho quer desta forma maximizar a lampreia, não só como um prato confecionado na região, mas com destino turístico.«Temos que nos organizar e o projeto também também essa intenção. Porque, por exemplo, se me pergunta qual o impacto económico da lampreia na região eu não sei dizer. O projeto vai também de encontro a essas matrizes e desta forma envolvermos os municípios, empresários e académicos», frisou, referindo que a candidatura terá uma resposta até ao mês de abril. [Notícia completa na edição impressa do Diário do Minho]
Autor: Nuno Cerqueira