Na classificação, segundo a portaria hoje publicada em Diário da República (DR) assinada pela secretária de Estado Adjunta e do Património Cultural, Ângela Carvalho Ferreira, é destacado o "interesse" daquele conjunto "como testemunho simbólico e religioso".
O documento refere ainda o "valor estético, técnico e material intrínseco" da igreja, a sua "conceção arquitetónica, urbanística e paisagística, a sua extensão e ao que nela se reflete do ponto de vista da memória coletiva".
A classificação do imóvel foi iniciada em 2012, mas viria a ser arquivada pela Direção Geral do Património Cultural (DGPC) que alegou a "existência de deficiências de instrução" do processo, "consideradas insanáveis em tempo útil".
O processo de classificação do imóvel foi reaberto em novembro de 2013 e, de acordo com o anúncio do "novo procedimento de classificação", foi estabelecida uma zona geral de proteção de 50 metros contados a partir dos limites externos da igreja e do adro.
[Notícia completa na edição impressa do Diário do Minho]Autor: Redação