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Cabeceiras investe em Mosteiro de Refojos a pensar em Património Mundial

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Publicado em 27 de dezembro de 2017, às 12:59

Dar continuidade às ações previstas na candidatura a fundos comunitários “Mosteiro de S. Miguel de Refojos".

Requalificar o Mosteiro de Refojos, com vista à classificação como Património Mundial, é uma das apostas da Câmara de Cabeceiras de Basto para 2018 que aprovou o orçamento do próximo ano, com votos contra da oposição, divulgou a autarquia.

Segundo uma nota do município, trata-se de dar continuidade às ações previstas na candidatura a fundos comunitários “Mosteiro de S. Miguel de Refojos, Património Cultural Ímpar”, contemplada em agosto de 2016 com dois milhões de euros.

A conclusão da reabilitação das coberturas da igreja e ala nascente do mosteiro, a reabilitação dos vãos e pinturas de fachadas e a conclusão da obra de restauro da antiga livraria do mosteiro são algumas das intervenções previstas para 2018.

Da mesma forma, o Plano e Orçamento aprovado pela maioria socialista contempla o desassoreamento e limpeza da ribeira de Penoutas na área de influência do mosteiro, o lançamento da obra de conservação e restauro da fachada principal da igreja e torres sineiras, a instalação de sistema eletrostático de afastamento de aves, a execução de coletor um pluvial na envolvente e a criação do percurso de visitação do mosteiro.

O Orçamento da Câmara de Cabeceiras de Basto para 2018, no valor de 18,5 milhões de euros, praticamente igual ao de 2017, foi aprovado pela maioria socialista, com votos contra dos três vereadores eleitos pelo movimento Independentes por Cabeceiras (IpC) para quem este documento não passa de “um conjunto de ideias soltas”, sem apresentar uma visão de médio e longo prazo para o concelho.


Autor: Redação/LUSA