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Presidente da Câmara de Barcelos enalteceu melhoria para cidades e cidadãos com o Poder Local democrático

Fotografia Francisco de Assis

Francisco de Assis

Jornalista

Publicado em 31 de agosto de 2026, às 22:39

A cerimónia do Dia da Cidade ficou marcada pela entrega de mais de 100 medalhas a autarcas ou ex-autarcas com pelo menos 25 anos de dedicação às pessoas

No dia em que a cidade de Barcelos completou uns vetustos 98 anos de vida, o presidente da Câmara Municipal de Barcelos enalteceu o crescimento das cidades e a melhoria da qualidade de vida dos cidadãos, com a chegada do Poder Local Democrático. A cerimónia, que decorreu hoje no auditório São Bento Menni, da Casa de Saúde Barcelos, Mário Constantino Lopes e Fernando Santos Pereira entregaram medalhas honoríficas a perto de 120 autarcas ou ex-autarcas que durante pelo menos 25 anos, deram o seu tempo, o seu conhecimento e a sua capacidade de decisão às comunidades barcelenses.

A longuíssima cerimónia começou com o momento musical proporcionado pela violinista Gabriela Peixoto e terminou com intervenção do presidente da Câmara Municipal de Barcelos.

No seu discurso, Mário Constantino frisou que a cerimónia foi, antes de mais, uma homenagem a cada um dos distinguidos. «Mas é também uma homenagem à democracia local, porque é através de pessoas concretas que a democracia se torna próxima, útil e capaz de responder aos problemas do dia a dia. As medalhas de hoje [ontem] distinguem percursos pessoais e recordam-nos o valor do serviço público e da participação cívica».

De acordo com o autarca, a cerimónia dos 98 Anos de Elevação de Barcelos à categoria de cidade teve um significado especial por se realizar no ano em que se comemoram os 50 anos do Poder Local democrático em Portugal. «É uma data que merece ser assinalada. Não só pelo seu valor simbólico, mas também porque nos dá a oportunidade de perceber a dimensão da mudança ocorrida em Portugal e, de forma muito concreta, em Barcelos. As nossas cidades, vilas e freguesias mudaram profundamente. Para quem nasceu depois de 1974, é difícil imaginar como eram estes lugares antes da democracia e antes das primeiras eleições autárquicas democráticas de 1976. É por isso que precisamos de memória», referiu, elencando as mudanças e obras que ajudaram a melhorar a vida das pessoas.