O Tribunal de Ponte de Lima decretou prisão preventiva para um jovem de 27 anos, suspeito de atear cinco focos de incêndio em Ponte de Lima, “num curto espaço de tempo”, revelou hoje a GNR.
Segundo o Comando Territorial da Viana do Castelo, durante “a realização de diligências com vista a apurar a origem dos incêndios”, os militares “depararam-se com um novo foco de reduzidas dimensões e em fase inicial de ignição, junto a uma habitação, tendo as diligências desenvolvidas permitido identificar o suspeito”.
Os militares da GNR “deslocaram-se à residência do suspeito, onde o mesmo confessou ter ateado os vários focos de incêndio com recurso a um isqueiro”.
Da ação policial “resultou a apreensão de dois isqueiros e um telemóvel”.
O suspeito foi detido na segunda-feira e presente ao Tribunal Judicial de Ponte de Lima, tendo-lhe sido aplicada a medida de coação de prisão preventiva.
A GNR sublinha que “a proteção de pessoas e bens, no âmbito dos incêndios rurais, continua a assumir-se como uma das prioridades da Guarda, sustentada numa atuação preventiva e num esforço de patrulhamento nas áreas florestais”.
A GNR relembra ainda que as queimas e queimadas são das principais causas de incêndios em Portugal, a realização de queimadas, de queima de amontoados e de fogueiras é interdita sempre que se verifique um nível de perigo de incêndio rural muito elevado ou máximo, estando dependente de autorização ou de comunicação prévia noutros períodos”.