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Via Verde AVC de Viana entre os 33 serviços de urgência com limitações na próxima semana

Via Verde AVC de Viana entre os 33 serviços de urgência com limitações na próxima semana
Fotografia DR

Agência Lusa

Agência noticiosa

Publicado em 09 de dezembro de 2023, às 10:00

Na Região Norte, vão ser afetadas 11 urgências em algumas especialidades.

Trinta e três serviços de urgência em todo o país vão estar a funcionar com limitações na próxima semana, verificando-se uma “melhoria real” nas especialidades com constrangimentos, indicou esta sexta-feira a Direção Executiva do Serviço Nacional de Saúde (DE-SNS).

Segundo o novo plano de reorganização da rede dos serviços de urgência do SNS, para o período entre 10 e 17 de dezembro, serão 50 unidades a funcionar em pleno (60%), dos 83 pontos em todo o país, e nas restantes verifica-se “uma melhoria real nas especialidades com constrangimentos e dos dias com limitações”. Na semana entre 3 e 9 de dezembro encontravam-se 44 serviços de urgência a funcionar em pleno (53%), e os outros 39 com constrangimentos nalgumas especialidades, como a Via Verde AVC.

De acordo com o novo plano, “há uma tendência clara de melhoria na resposta, que não será alheia aos efeitos dos recentes acordos com os médicos e os impactos que estão a ter na organização das escalas”. O plano indica que as especialidades com mais constrangimentos nas urgências são cirurgia geral, pediatria, ortopedia e ginecologia e obstetrícia, mas há quatro hospitais que apresentam, em alguns dias, limitações nas urgências da Via Verde AVC, nomeadamente Viana do Castelo, Guarda, Santarém e Garcia de Orta, em Almada.

Na Região Norte, que tem 29 pontos de urgência, serão afetadas 11 urgências em algumas especialidades. No Centro, estarão limitados sete dos 17 pontos e na Região de Lisboa e Vale do Tejo 13 das 19 urgências estarão a funcionar condicionadas em algumas especialidades. A Região do Alentejo tem os 12 pontos de urgência existentes sem constrangimentos e no Algarve três das seis urgências estarão condicionadas.

No documento, a Direção Executiva do Serviço Nacional de Saúde lembra que a pressão das infeções respiratórias, “fruto da sua sazonalidade e das temperaturas mais baixas que estão a ocorrer, traz novos desafios em termos de doença aguda”. No entanto, o organismo refere que “a disponibilidade, empenho e esforço dos profissionais e a capacidade de organização dos serviços de saúde”, tem-se traduzido numa resposta “mais consistente e robusta” que em anos anteriores.