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Ministra da Defesa garante «recursos adequados» para melhorar condições de atratividade no Exército

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Fotografia Avelino Lima

Rita Cunha

Jornalista

Publicado em 29 de outubro de 2023, às 17:58

As comemorações do Dia do Exército terminaram ontemhoje em Viana do Castelo, depois de seis dias repletos de atividades.

«Sem pessoas e meios não há Defesa. Estamos cientes de que, para cumprir as suas exigentes missões, o Exército precisa de recursos adequados e esse tem sido o trabalho do Governo desde o início do seu mandato: melhorar as condições de atratividade e de retenção e capacitá-lo com os meios e equipamentos necessários», disse a ministra da Defesa Nacional, que esta manhã marcou presença na cerimónia militar do Dia do Exército, em Viana do Castelo. 


Para Helena Carreiras, este investimento no recrutamento, educação e formação no Exército, no seu treino de aprontamento, no planeamento e na modernização das suas capacidades, é uma «missão urgente e em curso».


Lembrando que este é um trabalho que tem de ser «partilhado» entre a tutela, o Estado-Maior-General das Forças Armadas e os ramos, louvou o novo Plano para a Profissionalização do Serviço Militar e o «trabalho notável ao nível do recrutamento local» feito pelo Exército, permitindo aos candidados ficarem colocados junto dos seus domicílios. «Promove-se, assim, a retenção de alguns destes jovens em áreas geográficas com menor densidade populacional, aumentando progressivamente os efetivos de algumas unidaes deficitárias ao nível de recursos humanos», disse.

A ministra lembrou ainda o Quadro Permanente da Categoria de Praças no Exército, que permite «a permanência ao serviço com uma carreira nas Forças Armadas», assim como as novas Tabelas Gerais de Aptidão e Capacidade para a prestação de serviço por militares e militarizados nas Forças Armadas.

Helena Carreiras deu também nota que, no próximo ano, o orçamento da Defesa Nacional «voltará a crescer mais de 10% em comparação com este ano». «A proposta de orçamento prevê um reforço de 30 milhões de euros para a operação e manutenção dos meios e equipamentos das Forças Armadas, o que representa um aumento de 9,5%», vincou, acrescentando ainda «o valor previsto na lei de Programação Militar que, até 2026, contempla investimentos superiores a 170 milhões de euros por ano em modernização, sustentação e manutenção dos meios das Forças Armadas em todos os ramos».

 

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