Segundo João Pedro Matos Fernandes, o modelo resulta do projeto piloto de gestão colaborativa implementado no Parque do Tejo Internacional e vai ser apresentado na segunda-feira.«O que vamos fazer é apresentar o que bem correu no Tejo Internacional, porque é manifesto que quando o Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), câmaras municipais, Organizações Não Governamentais (ONG), associações empresas, neste caso também o Instituto Politécnico de Castelo Branco, se sentam à volta de uma mesa o que pareciam visões completamente contrastantes são nuances de uma mesma vontade que é conservar e valorizar o território», destacou hoje o ministro do Ambiente.
João Pedro Matos Fernandes referiu vai muito rapidamente agendar a aprovação do decreto-lei que define a co-gestão das áreas protegidas e dos parques naturais do país.«Com a nova legislação, serão nomeadas, em cada parque natural e em cada área protegida, direções que serão presididas por um autarca, mas onde as competências de licenciamento do ICNF não se perdem e ficam tal qual as que eram e são hoje à luz da lei», disse, destacando que «passará a existir uma cara e uma vontade de valorizar o território em prol da sua conservação». [Notícia completa na edição impressa do Diário do Minho]
Autor: Nuno Cerqueira