A petição pública que pede a “demissão imediata” da presidente da Associação Raríssimas atingiu mais de dez mil assinaturas um dia depois de ter sido criada, após as denúncias de alegadas irregularidades na gestão financeira da instituição.
A petição, dirigida nomeadamente ao Presidente da República, ao presidente da Assembleia da República e ao primeiro-ministro, considera “inadmissível” que Paula Brito e Costa “continue a desempenhar funções até que sejam averiguadas todas as provas expostas na reportagem pela jornalista Ana Leal da TVI”.
No site peticaopublica.com, o texto da petição a pedir a demissão imediata da Presidente da Raríssimas tinha hoje de manhã, pelas 11:51, mais de 11.086 assinaturas.
Autor: LUSA/Redação