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Marcelo pede mais saúde, habitação, justiça, tolerância e concordância

Marcelo pede mais saúde, habitação, justiça, tolerância e concordância
Fotografia Manuel de Almeida
Agência Lusa

Agência noticiosa

Publicado em 01 de janeiro de 2026, às 21:11

Mensagem de Ano Novo.

O Presidente da República manifestou esta noite o desejo de que 2026 seja um ano com mais saúde, educação, habitação, justiça, tolerância e concordância em Portugal, com ainda mais emprego e menos pobreza.

Na sua última mensagem de Ano Novo como chefe de Estado, feita em direto a partir do Palácio de Belém, Marcelo Rebelo de Sousa disse esperar, em termos globais, «um ano com mais desenvolvimento, mais justiça, mais liberdade, mais igualdade, mais solidariedade».

«O mesmo desejo vale para nós, vale para Portugal. Ano novo, vida nova. Também com mais saúde, mais educação, mais habitação, mais justiça, ainda mais crescimento, ainda mais emprego e menor pobreza e desigualdade», acrescentou, pedindo também «mais tolerância, mais concordância» e «sentido de coesão nacional».

Marcelo Rebelo de Sousa afirmou confiar que Portugal terá um futuro melhor, com «soluções e pessoas novas», fazendo alusão a próximas escolhas eleitorais dos portugueses.

O Presidente da República fez votos de um 2026 com melhorias em vários setores, «com ideias, soluções e pessoas novas», referindo que «é essa a natureza e a força da democracia».

A menos de três semanas das eleições presidenciais de 18 de janeiro, afirmou que  o povo escolhe livremente o que quer e quem quer para o futuro, com a esperança de que seja diferente e melhor do que o passado» em termos de «ideias, soluções e pessoas», e manifestou a certeza de que o país terá «melhor futuro do que passado».

Num curto discurso, de cerca de cinco minutos, feito na Sala das Bicas do Palácio de Belém, Marcelo Rebelo de Sousa dirigiu-se aos seus «queridos compatriotas» e assinalou que em 2026 se completam «50 anos de Constituição, 40 anos de adesão à Europa, 30 anos de comunidade de língua portuguesa».

«Que ano, não digo único, mas singular, que hoje [ontem] começa», comentou.

Recorrendo à expressão popular “ano novo, vida nova”, fez votos de que 2026 traga «a paz duradoura na Ucrânia, no Médio Oriente, também no Sudão e em tantos outros conflitos do globo» e o respeito pela Carta das Nações Unidas e pelo direito internacional.