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Poder local quer ter voz no futuro da Europa

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Publicado em 13 de outubro de 2020, às 11:49

Comité das Regiões lembra trabalho dos autarcas contra a pandemia

O poder local quer ter uma voz ativa sobre o futuro da União Europeia (UE). Na linha da frente no combate à Covid-19, com menos receitas e mais despesas, os eleitos a nível local e regional defendem decisões partilhadas, cada vez mais próximas dos cidadãos. Esta ideia foi defendida pelo presidente do Comité das Regiões, ontem, em Bruxelas, na abertura da 140.º reunião plenária daquele órgão consultivo que reúne representantes regionais e locais dos estados-membros, coincidindo com a 18.º Semana Europeia das Regiões e Municípios, que está a analisar a temática da “coesão e cooperação”. Apostolos Tzitzikostas rendeu «tributo aos heróis esquecidos que se encontram na linha da frente do combate à pandemia: os autarcas, os presidentes das regiões e os membros das assembleias locais e regionais», destacando que «os municípios e as regiões estão a trabalhar sem descanso para proteger as comunidades e as economias locais» da Covid-19. O também governador da região grega da Macedónia Central disse que a base democrática da União Europeia é constituída por um milhão de políticos eleitos a nível local e regional, que tornam a «UE visível e real, em vez de distante e ineficaz». «É chegada a altura para uma democracia europeia mais forte. Uma democracia europeia que dê ouvidos aos cidadãos e esteja próxima deles. Uma Europa em que uma regulamentação melhor e mais simples tenha um impacto na vida de todos os dias, no respeito do princípio da subsidiariedade», declarou. [Notícia completa na edição impressa do Diário do Minho]
Autor: Luísa Teresa Ribeiro