O técnico do SC Braga, Carlos Carvalhal, abordou ontem a sua expulsão na final da Taça da Liga, frente ao Sporting, bem como o facto de não se ter deslocado ao relvado para receber a medalha de finalista vencido. «Relativamente ao que se passou na Taça da Liga, só me vou pronunciar depois de sair castigo. Não recebi a medalha no campo… até fico admirado com algumas situações, mas tenho a medalha comigo e não a deitei fora. Agora, pergunto: quando se é convidado para uma festa de aniversário e se é expulso sem qualquer motivo, estando na rua à chuva e ao frio, quando for soprar as velas essa pessoa volta à sala para cantar os parabéns? Se eventualmente estiver na festa e me expulsarem com razão, sou o primeiro a voltar para a sala, a pedir desculpa e vou cantar os parabéns ao aniversariante.
Quero ver o castigo que vou ter - penso que não vou ter - mas reservo-me para fazer algum comentário depois. Não fui à conferência de imprensa porque fui expulso, até pensei que nem podia estar aqui [antevisão com o Gil Vicente]. Desde que regressei a Portugal não tinha sido expulso; tenho a minha folha limpa, o meu comportamento tem sido exemplar e não o deixou de ser na final», disse.
Relativamente ao jogo de amanhã [19h45], diante do Gil Vicente, o técnico dos arsenalistas disse que o tempo reduzido de recuperação entre a final da Taça da Liga e esta partida não será motivo de desculpa.
«Ter oito ou nove dias para recuperar é uma coisa, ter 48 horas é outra. Claro que é diferente. Seria normal se todas as equipas estivessem em pé de igualdade. Isto é uma realidade, mas não nos faz desculpar de nada. Vamos jogar sempre em pé de desigualdade, como aconteceu com o Benfica e Sporting, como será contra o Gil Vicente e Santa Clara. Vamos com tudo para vencer, não há desculpas, frente a um adversário muito bem organizado», referiu
[Notícia completa na edição impressa do Diário do Minho]
Autor: José Costa Lima