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CD Ponte. Jackpot (afinal) estava no banco

CD Ponte. Jackpot (afinal) estava no banco
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Publicado em 30 de outubro de 2022, às 11:52

CD Ponte esteve sempre em desvantagem diante do Celoricense e conseguiu carimbar a vitória aos 90 minutos.

Depois de duas jornadas sem vencer, o CD Ponte voltou a sorrir ao vencer (3-2) o Celoricense, num jogo com um final impróprio para cardíacos, com a vitória a cair para os donos da casa em cima do minuto 90, com um grande golo de David, que saltou do banco para desbloquear o marcador. A equipa de Zé Faria, que encurtou para um ponto a distância para o primeiro lugar, esteve sempre a perder e conseguiu fazer a remontada com apenas 10 jogadores, pois, o central Martins viu o segundo cartão amarelo aos dois minutos da segunda parte.

O CD Ponte entrou sedento de triunfos e tentou forçar o andamento para chegar cedo ao golo. Só que pela frente encontrou um adversário valente que não se intimidou e sempre que tinha bola procurou acatar a baliza adversária.

O primeiro golo dos forasteiros surgiu numa pressão alta dos jogadores do Celoricense na primeira fase de construção do adversário, com Tony a finalizar depois um cruzamento de Herculano.

Porém, a alegria dos homens de Celorico de Bastos não durou muito pois no minuto seguinte o Ponte restabeleceu o empate. Edu bateu um livre na direita e Tiago Vieira, com um bom golpe de cabeça, meteu a bola lá dentro.

Ainda antes do intervalo, Jussane foi protagonista de um grande lance mas a bicicleta do avançado saiu ao poste da baliza de Jusa.

A segunda parte começou praticamente com a expulsão de Martins que teve uma entrada imprudente sobre Diogo Alves e viu o segundo cartão amarelo. A jogar com menos um, o treinador da casa foi obrigado a reajustar a equipa com o médio André Alves a recuar para central. O jogo entrou numa fase menos bonita e só voltou a aquecer com o segundo apontado por Nani (69’), a concluir uma jogada de contra-ataque.

Zé Faria meteu a “carne toda no assador” e Costinha (78’), depois de um bom trabalho de Juassane e David empatou de novo o jogo.

Mas o melhor ainda estava para acontecer aos donos da casa. Aos 90 minutos David transformou uma bola perdida no meio campo no golo que deu o triunfo à sua equipa.

O avançado viu a bola a saltar, olhou para o guarda-redes e fez um chapéu de aba muito larga, fechando um jogo com um golo de bandeira.


Autor: António Valdemar