twitter

Ricardo Silva aceita construção “ordeira” no complexo das Sete Fontes

Fotografia

Publicado em 04 de fevereiro de 2019, às 14:23

Autarca de São Victor quer diálogo entre Câmara e proprietários.

«Ideia do Parque já está delimitada geograficamente pelas construções que foram aparecendo ao longo dos tempos, contudo, na lógica de um “remate” urbanístico, poder-se-á permitir construções nas franjas da Travessa José Gabriel Bacelar, ou nas margens do Braga Retail Center», afirma o presidente da Junta de São Victor Ricardo Silva, que desta forma marca posição quanto à alegada «construção ordeira» defendida para as Sete Fontes.
A Câmara de Braga não fala do assunto, sendo que os proprietários continuam à espera dos planos previstos para o local. O presidente da Junta de São Victor veio agora a público defender o «diálogo» entre as partes envolvidas, mas, ao mesmo tempo, não se escusa a deixar de comentar a ideia que tem para o espaço, onde até aceita construção.
«Desde que comprovadamente não afetem os lençóis de água ou ponham em causa a estabilidade dos monumentos», frisa o autarca, que até compara o futuro das Sete Fontes ao Central Park de Nova Iorque. «Se olharmos para o Central Park, de Nova Iorque, vemos um modelo de parque cercado pelas construções, mas de forma ordeira e bem "cozida" com a natureza, não tem de haver incompatibilidade, tem é de haver ordenamento e planeamento urbanístico», frisa Ricardo Silva. [Notícia completa na edição impressa do Diário do Minho]
Autor: Nuno Cerqueira