O InvestBraga e a CCDR Norte Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional doNorte, I.P. – CCDR promoveram, esta tarde, no Forum Braga, a sessão “O Instrumento I3 na prática: financiamento da UE para investimentos inter-regionais em inovação, casos de sucesso da Região Norte e dicas para futuros candidatos”, que contou com a presença, entre outros, de Álvaro Santos, presidente da CCDR Norte, e Luís Rodrigues, administrador executivo da InvestBraga.
«Permite aumentar a visibilidade internacional dos nossos actores regionais, reforçar a sua integração em cadeias de valor europeias e ancorar novas atividades económicas na região. É um investimento que vai muito além da duração dos projetos. É um investimento em conhecimento, em redes de colaboração e em capacidade produtiva e em competitividade futura. E os resultados alançados pela região Norte mostram que estamos a saber aproveitar esta oportunidade», juntou o responsável da CCDR Norte, revelando que, desde 2023, a entidade a que agora preside, que é responsável pela Estratégia Regional de Especialização Inteligente, «emitiu cerca de 70 cartas de apoio a candidaturas ao Instrumento I3, envolvendo entidades e empresas da região».
Terceira região europeia com maior número de projetos aprovados
«Em termos de resultados concretos, o Norte participa atualmente em 18 dos 70 projetos aprovados no âmbito do I3, o que corresponde a 26% do total. Este desempenho posiciona a região do Norte como a terceira região europeia com maior número de projetos aprovados neste instrumento», enfatizou.
«Estes projetos envolvem 31 participações de atores regionais e representam uma captação de quase 5 ME de contribuição da União Europeia. Importa destacar outro indicador particularmente relevante: o Norte surge já como a sétima região europeia com maior número de ligações estabelecidas com outras regiões europeias através de projetos I3, totalizando 181 ligações interregionais», finalizou, acrescentando que a Região Norte está «cada vez mais integrada em redes europeias de inovação e em cadeias de valor estratégicas».