Na rua de Barros, bem vizinha da mui nobre Universidade do Minho, os fregueses andam vesgos com uns traços que em tempos formavam uma passadeira. A coisa está tão rasurada que é preciso lupa para ver as risquinhas. Um peão reportou ao Repórter Beta que só à sua conta já esteve para apanhar duas traulitadas de popós que por ali passam sem ver a passadeira fantasma. E a pergunta que faz é se a crise é tão grande que não há uns míseros réis para comprar uma latinha de tinta. Se assim for… boa bai ela!
Braga por um canudo
Fotografia
21 setembro 2026