Fotografia: DR

Suspeitos de furto de cartão de crédito em Vieira do Minho foram detidos em Lisboa

Com esse cartão, os suspeitos realizaram, abusivamente, compras de “cerca de 30 mil euros”.

Redação/Lusa
5 Ago 2022

Um casal foi detido em Lisboa por ser suspeito de furtar um cartão de crédito de uma residência em Vieira do Minho. Com esse cartão, os suspeitos realizaram, abusivamente, compras de “cerca de 30 mil euros”.

A detenção dos dois suspeitos, com 28 e 36 anos, ocorreu esta segunda-feira em Lisboa, onde foram surpreendidos pela polícia “na posse de vários artigos de joalharia e alta-costura, adquiridos através de um cartão de multibanco furtado, dias antes, do interior de uma residência, no concelho de Vieira do Minho, em Braga”, informa o Comando Metropolitano de Lisboa da PSP, através da Divisão de Investigação Criminal. Em comunicado, a PSP revelou que os suspeitos, “através de 67 utilizações abusivas do cartão bancário, adquiriram bens e serviços que lesaram a vítima num total de cerca de 30 mil euros”.

Além de serem suspeitos dos crimes de furto a residência e abuso de cartão de crédito, os detidos foram ainda referenciados pelo “furto de uso de uma viatura espanhola”, que tinha sido furtada dias antes em Espanha e que acabou “acidentada em Vieira do Minho e largada ao abandono por este casal, no mesmo dia em que efetuaram o furto no interior da residência”, informa a polícia. “O homem, líder da atividade criminosa deste casal, encontrava-se também em ausência ilegítima de um estabelecimento prisional de Espanha, por crimes da mesma natureza”, indica o Comando Metropolitano de Lisboa da PSP. Antes destes crimes, o casal já tinha sido detido em julho, em Vila Nova de Gaia, “igualmente por furtos em residências”, em que estão “indiciados em 43 furtos”.

De acordo com a PSP, os dois suspeitos já foram presentes a tribunal para primeiro interrogatório judicial, “fortemente indiciados” pelos crimes de “furto a residência, abuso de cartão de crédito e furto de uso de viatura”, reforça a polícia. O homem foi sujeito a prisão preventiva, a medida de coação mais gravosa, e a mulher ficou sob o regime de apresentações três vezes por semana.





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