De acordo com informação disponível na página da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, às 11h06, o fogo estava a ser combatido por 82 operacionais, apoiados por 22 viaturas e dois meios aéreos. Segundo o presidente da Câmara, “o comandante dos bombeiros está preocupado”, porque “a frente de fogo está muito forte”.“Se não for travada vai atingir uma zona que, para além das pessoas e bens, o mais importante, vai também atingir um património natural riquíssimo no PNPG. Infelizmente não está no bom caminho. As condições são adversas. As do terreno e as do clima”, explica.
Augusto Marinho adianta ainda que, durante a madrugada, o fogo cercou a aldeia de Mosteiró, na freguesia de Britelo, e obrigou à retirada, pela 01h00, de 30 pessoas, que foram instaladas nas num clube local, tendo-lhes sido prestada a assistência necessária.A população da aldeia regressou a casa por volta das 05h00.
A GNR está a investigar as causas do fogo que, segundo Augusto Marinho, “poderá terá tido origem criminosa”.“Há relatos de pessoas que viram um homem na zona. Agora compete às autoridades investigar”, assegura.
Autor: Redação/Lusa