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Agradece-se a quem corte as “gadelhas”?

Agradece-se a quem corte as “gadelhas”?
Fotografia

5 março 2018

Ali para os lados da Rua da Fábrica, num dos asseados e coloridos passeios que a servem, como vossas mercês podem ver no retrato, há um muro coberto a silvado e heras. A trepadeira e a infestante expandem-se livremente sobre os transeuntes que, nestes dias de invernia, sentem os seus ramos molhados lamber-lhes as vestes e besuntar-lhes as faces. Como se entende, a grandeza do silvado está no local errado a produzir o efeito errado e, assim, a reclamar um corte rente das “gadelhas”. Por isso, agradece-se a quem de direito que proceda à monda ou aplique uma “máquina zero” às espécies invasoras. É que se ninguém controlar as ervas daninhas e afins na via pública, então... boa vai ela.
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