«Os governos que enfrentam a crise mostram a prioridade das suas decisões: primeiro as pessoas. E isso é importante, pois sabemos que defender as pessoas supõe um prejuízo económico», admite.O Papa destaca que «alguns governos adotaram medidas exemplares com prioridades bem definidas para defender a população». «É verdade que essas medidas ‘incomodam’ aqueles que são obrigados a cumpri-las, mas é sempre para o bem comum e, a longo prazo, a maioria das pessoas as aceita e avance com uma atitude positiva», refere. O Papa considera que é necessário começar a preparar, desde já, o pós-pandemia e as crises que podem derivar deste período de isolamento social, com situações de fome, violência ou exploração financeira. [Notícia completa na edição impressa do Diário do Minho]
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