Demonstrar que a esperança cristã não tem limites. É o desafio que assumem dois sacerdotes jesuítas e uma médica bracarense, que vão estar dia 8 de janeiro, no Centro Académico de Braga, numa partilha de ideias que tem início marcado para as 21h15.
A realização subordinada ao tema “Esperança sem limites” inspira-se na Carta de São Paulo aos Romanos - “A esperança não engana” (Rom 5,5) -, que também é o ponto de partida para o Ano Jubilar de 2025.
Movidos pela interpelação de São Paulo, o Provincial dos jesuítas, Padre Miguel Almeida, o diretor adjunto do serviço jesuíta aos refugiados-Portugal, Padre Fernando Ribeiro, e a médica bracarense que é também voluntária da Comunidade de Vida Cristã, Helena Sarmento, juntam-se na noite de 8 de janeiro no Centro Universitário dos Jesuítas em Braga «para desenhar um futuro cheio de esperança», refere a organização do evento, em comunicado enviado ao Diário do Minho.
«O objetivo da organização é que o debate possa suscitar em todos o compromisso de construir uma resposta coordenada e em colaboração com outros, que ajude todas as pessoas, locais, migrantes, deslocados, refugiados, e as acompanhe nos seus processos e caminho de esperança», acrescenta a nota de imprensa.
«Que resposta podemos dar no mundo e em Braga ao sofrimento de tantas pessoas que procuram uma vida melhor? Como passar do medo à confiança? Do desânimo à serenidade? Que oportunidades se criam para todos no meio da incerteza? Que é a esperança cristã e que diferença faz? Que dificuldades encontramos na vivência da esperança?», são perguntas concretas a que as três comunicações se propõem responder.