twitter

Vieira do Minho vai transformar antiga Estação de Camionagem em Conservatório

Fotografia DR

Redação

Publicado em 22 de setembro de 2026, às 17:40

Empreitada foca-se na eficiência energética e adaptação do espaço à formação e prática artística

A Câmara Municipal de Vieira do Minho aprovou a abertura do concurso público para a reconversão da antiga Estação de Camionagem num Conservatório. A deliberação foi tomada por unanimidade na reunião descentralizada do Executivo, realizada no passado dia 17, na freguesia de Louredo.
A empreitada conta com um preço base de 1.393.150 euros (acrescido de IVA) e focar-se-á na eficiência energética e na adaptação do espaço para acolher a formação e a prática artística no concelho. Segundo a autarquia vieirense, a decisão «representa mais um passo para a concretização deste projeto, que prevê a adaptação daquele edifício para acolher novas condições destinadas ao ensino e à prática artística».
A sessão ficou também marcada pela aprovação unânime de vários subsídios ao tecido associativo e desportivo local. A associação DIR – Defensores dos Interesses de Rossas recebeu um apoio de 5.000 euros para a concretização do seu plano de atividades, enquanto a Junta de Freguesia de Rossas contou com a atribuição de 2.500 euros para a aquisição de cinco projetores de iluminação para o Campo de Futebol Francisco de Matos.
Adicionalmente, o município aprovou verbas para o pagamento de direitos de autor de festividades locais, contemplando a Fábrica da Igreja Paroquial de Santa Maria dos Anjos (208,50 euros) e a Fábrica da Igreja Paroquial de Santiago de Guilhofrei (354 euros).
No plano político, a reunião ficou assinalada pela tomada de posse de José Manuel Pereira Varanda como novo vereador da autarquia, na sequência da renúncia ao mandato apresentada por António Afonso Ribeiro Barroso.
A escolha de Louredo para acolher esta reunião reflete a aposta do município no trabalho de terreno. Como destaca a Câmara Municipal, a iniciativa «integra a estratégia de proximidade do município, que tem vindo a promover a realização de reuniões de Câmara nas freguesias, criando novos espaços de acompanhamento da atividade autárquica e de diálogo com as comunidades locais», permitindo «aproximar a decisão municipal das freguesias e das populações e reforçar o contacto direto com as diferentes realidades do território».