Segundo aquela força militar, a detenção ocorreu na sequência se uma denuncia por um comerciante para “uma possível agressão” no interior de um espaço comercial, tendo os militares presenciado “ofensas físicas e verbais” infligidas pela filha à mãe.
A arguida foi presente a primeiro interrogatório judicial no Tribunal Judicial de Braga, tendo-lhe sido aplicada a medida de coação de Termo de Identidade e Residência.