A Câmara Municipal de Viana do Castelo apresentou ontem versão final do seu Plano de Mobilidade Urbana Sustentável (PMUS), documento que pretende definir soluções sustentadas de mobilidade para resolução de problemas relacionados com mobilidade. Em nota enviada ao Diário do Minho, a Câmara refere que, durante a sua intervenção, o autarca, Luís nobre, frisou o facto de o documento «incorporar a estratégia que estava já a ser desenvolvida no desenho urbano e espaço público».
Recorde-se que o PMUS é um documento obrigatório para os Municípios, mas que apenas dez por cento cumpre. Aborda questões relacionadas com o tráfego automóvel, entre outros aspetos, que possibilitem a adoção de políticas de gestão de mobilidade mais amigáveis, tornando o território mais humanizado.
De acordo com Luís Nobre, o plano integra diversas dimensões da mobilidade, como a consolidação da rede de ciclovias e ecovias, o fomento do transporte público (exemplo TUViana), mas também consolida o ambiente sustentável com a mudança de hábitos dos vianenses.
A ferrovia e o transporte fluvial entre margens são também apostas vertidas neste documento, que pretende sobretudo que «reflita a opinião dos Vianenses e as suas perspetivas para uma vivência mais sustentável, próxima, inclusiva e abrangente».
«Este é um plano dinâmico e que é trabalhado em diversos pilares, com as grandes apostas nas vias como a nova ponte e a via do vale do Neiva, e com a grande aposta na mobilidade que é o TUViana», defendeu também a vereadora com o Pelouro da Mobilidade, Fabíola Oliveira.