«Observei, de vários ângulos e diferentes formas, a distribuição do público nas bancadas e, na sua maioria, o público estava com a distância necessária e usava máscara. No entanto, são lições aprendidas para o futuro. Se calhar, nos próximos tempos, para controlar os imponderáveis, teremos de ter menos gente nos eventos», afirmou.De resto, considerou que existe uma "corresponsabilidade" de várias partes para o bom funcionamento dos eventos, a começar pelos próprios cidadãos. «Nós é que temos de ter cuidado em manter a distância. Se um banco tem lá um autocolante a dizer 'não se sente aqui', era bom que não se sentassem ali. Há, aqui, uma corresponsabilidade. Nossa, enquanto cidadãos, alguma da organização [do evento] e também da DGS. De qualquer forma, não me parece que a situação tenha sido catastrófica. Não penso que dali vá surgir algum acontecimento muito dramático», vincou. Por outro lado, a diretora-geral da Saúde referiu que «desde o início desta epidemia, o Algarve tem sido uma região muito pouco afetada» e salientou que o autódromo de Portimão tem condições de segurança e de acesso «que impedem encontros grandes entre pessoas».
Autor: Redação / Lusa