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Vilaverdense FC apresenta novo hino

Fotografia António Valdemar

António Valdemar

Publicado em 20 de maio de 2026, às 18:35

Este sábado, no ‘Jogo das Estrelas’.

O Estádio Cruz do Reguengo, em Vila Verde, será novamente palco de um momento especial este sábado, às 17h00, com a realização de um encontro que junta diferentes gerações ligadas ao Vilaverdense FC.

O “Jogo das Estrelas” irá colocar frente a frente uma equipa composta por antigas figuras do Vilaverdense FC e um conjunto de ex-jogadores com passagem pela I Liga portuguesa.

Antes do apito inicial, terá ainda lugar a estreia oficial do novo hino do Vilaverdense FC, da autoria de Manuel Barbosa Rodrigues. No final da partida, os participantes irão reunir-se num restaurante local para um convívio entre atletas, dirigentes e adeptos.

O principal impulsionador da iniciativa, Armando Santos, explicou que a ideia começou há vários anos, tendo ganho forma recentemente. «Esta ideia surgiu há quatro ou cinco anos, numa conversa entre amigos. Só há cerca de dois anos é que avançou realmente. Fizemos a primeira edição, correu tudo bem, e depois contei com o apoio do senhor Zé Faria, presidente da Junta de Vila Verde e Barbudo, que me ajudou bastante», afirmou.

Entre os antigos jogadores já confirmados para o encontro estão nomes conhecidos do futebol português, como Pena, João Tomás, Pires, Raúl Silva, Cláudio, Carlitos, Paulo Assunção, além de outros ex-jogadores ligados aos campeonatos profissionais nacionais.

Para Armando Santos, o objetivo principal da iniciativa passa por preservar a memória e a identidade do clube. «A ideia foi juntar as glórias do Vilaverdense, sentarmo-nos todos à mesa e lembrarmo-nos que fomos felizes ali. São várias gerações e várias equipas. Fizemos história naquele campo», destacou.

Também presente na apresentação esteve Zé Faria, antigo jogador do clube e atual presidente da Junta de Freguesia de Vila Verde e Barbudo, que elogiou a iniciativa e defendeu uma maior valorização dos antigos atletas.

«Quero dar os parabéns ao Armando e ao Nené, que foram os primeiros obreiros desta iniciativa. Os clubes não devem esquecer os jogadores que por lá passaram. É importante para os jovens perceberem quem ajudou a construir o clube», sublinhou. O autarca considera mesmo que as “velhas guardas” devem fazer parte da estrutura associativa dos clubes. «Os diretores deviam manter sempre uma valência das velhas guardas. Isso é uma mais-valia para o Vilaverdense e ajuda a preservar a identidade do clube», afirmou.

Outro dos momentos altos do evento será a apresentação oficial do novo hino do Vilaverdense FC. A organização espera uma forte adesão dos adeptos nas bancadas do Cruz do Reguengo. «Era agradável ver as bancadas cheias. Convido toda a família do Vilaverdense, especialmente os mais jovens, porque um hino é sempre a alma de um clube», apelou Armando Santos.