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Sir Geoffrey Nice, Herói da História da Humanidade

Geoffrey Nice, Queen’s Counsel, nasceu em 21/10/45. Sua casa familiar fica em Catford. Estudou no St. Dunstan’s College e depois em Oxford, no Keble College. Em 1971 torna-se Advogado e foi nomeado Conselheiro da Rainha Isabel II em 1990. Desde 1984 foi também Juiz a tempo parcial em Old Bailey. Já em 2007 foi nomeado pela Monarquia Britânica como Knight Bachelor. Em 2009 foi nomeado Vice-Presidente da Junta de Normas da sua “Ordem dos Advogados” e em 2012 tornou-se Professor de Direito no Gresham College, sucedendo à Baronesa Deech. Instituição sita no centro de Londres na qual são feitas prelecções da mais elevada importância mundial. Destacou-se a nível mundial como jurista ao ter trabalhado entre 1998/06 no Tribunal Penal Internacional para a ex-Jugoslávia. Processou criminalmente o ex-Presidente da Sérvia Slobodan Milošević. Também processou o Croata Bósnio Dario Kordić e o Bósnio Sérvio Goran Jelisić, etc.. Em 2005, G. Nice passou a ser Doutor Honoris Causa pela Universidade de Kent. Em 2014 foi coautor de um importante relatório relacionado com a Síria: “2014 Syrian detainee report”. Desde então, muito do seu trabalho está ligado ao Tribunal Penal Internacional permanente, em casos como o Sudão, Quénia e Líbia. Ou, pro bono, junto de grupos de vítimas: Birmânia, Irão, Coreia do Norte, cujos casos não podem ir para qualquer tribunal. Sir G. Nice trabalha para uma série de Organizações Não-Governamentais, bem como é comentador de diversos órgãos de comunicação social acerca dos mais diversos crimes de guerra. As suas preocupações centram-se nos Direitos e Deveres Humanos Universais, Direito Público e danos pessoais, patrimoniais e morais. Mas Sir Geoffrey Nice destaca-se igualmente pelos Tribunais ad-hoc sobre a China e sobre o Povo Muçulmano e Turcomano Iugur (Kazakh, etc.) – https://uyghurtribunal.com/ – sitos também no Reino Unido sobre os crimes de guerra praticados pela China ditatorial comunista contra diversos Povos, Etnias e Cidadãos Chineses objectores de consciência e Religiosos. Já para não falar na ocupação do Tibete ou da instalação da ditadura total em Macau e Hong-Kong: são públicas as críticas profundas de Eurodeputados com origens diversas e de Parlamentares Anglo-Saxónicos e Nórdicos ao fim da democracia nestes territórios, violando os seus especiais estatutos regionais. As acusações baseadas em diferentes relatos de Testemunhas e documentos, incluindo fotografias por satélite, incluem crimes contra a Humanidade como genocídio, esterilização forçada, colheita e tráfico de órgãos junto de presos políticos, abusos sexuais e tortura de presos, trabalho forçado em campos de concentração e lavagens cerebrais, entre outras “pérolas podres” da História da Humanidade. Já em 2021, a China ditatorial proibiu a entrada de Sir Geoffrey Nice no seu território, o que prova o incómodo causado pelas também suas investigações internacionais. Entretanto, face aos alegados crimes de guerra cometidos pelo milionário e presidente da Rússia Vladimir Putin, Sir Geoffrey Nice em entrevista à televisão da BBC por volta do dia 3322, e passamos a citar: “não tenho qualquer dúvida na prática de crimes de guerra e crimes contra a Humanidade pelas tropas Russas a soldo de Vladimir Putin aquando da invasão de um país independente, a Ucrânia”. Recorde-se que embora a Rússia e a Ucrânia não sejam membros do Tribunal Penal Internacional, podem ter sido praticados crimes de guerra violando desde logo as Convenções de Genebra de 1949. Segundo G. Nice, imagens e Testemunhos demonstram bem o uso de gases tóxicos e bombas de fragmentação e vácuo que rebentaram em zonas residenciais de civis, escolas, hospitais, ambulâncias e mesmo creches e jardins de infância ou lares de idosos p.e.. De permeio, as agências secretas mundiais estão a analisar a saúde física (cancro?) e mental deste Putin nuclear, uma vez que algumas das suas condutas fazem transparecer uma personalidade errática com esquizofrenia, imprevisível e obcecada pelo anti Covid19, como prova a distância com que recebeu Chefes de Estado.


Autor: Gonçalo S. de Mello Bandeira
DM

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4 março 2022