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Ser-se Presidente, para depois se ser preso ?

  1. Tais “despromoções” eram características, apenas, de países atrasados). Salvo pontuais situações decorrentes de alguma guerra, nos países ditos democráticos não tem sido habitual que antigos 1os ministros ou presidentes da República, após o cumprimento do mandato se vejam ameaçados de ir para a cadeia, fruto de alguma irregularidade, maior ou menor, que tenham cometido. Essa disparidade de fortunas é característica, isso sim, de países usualmente governados por ditaduras que se alternam ou sucedem; ou de países menos (ou nada) desenvolvidos.

  2. Impressiona-me, a este respeito, o que se tem passado no Brasil e nos EUA). Mais concretamente a prisão de Luís Inácio da Silva (“Lula”), por força de ter praticado alguns (penso que comprovados) actos de corrupção económica, mas num país em que quase todos os praticam. Seguido das pressões que levaram à demissão de Dilma Rousseff, uma senhora com raízes em parte búlgaras, em parte na região de Arganil (e que fora guerrilheira e presa na juventude); mas que, como sucessora de Lula, até dava continuidade às políticas moderadas deste.

  3. Jair Bolsonaro não é propriamente um líder clássico da Direita Conservadora). Temo que as excentricidades, a sua retórica acutilante e certas opções do seu governo (facciosismo “evangélico”, desrespeito pela Amazónia e pelo “Covid-19”) venham a criar “anti-corpos” contra novas (e essas sim) verdadeiras futuras experiências realmente moralizadoras e conservadoras, na política brasileira. De positivo contudo, em Bolsonaro, a luta contra a Droga e o Crime Organizado (incluindo a cíclicas incursões nas favelas, para mostrar que quem manda é o Estado e não os traficantes); a valorização dos corpos policiais (inclusive o famoso BOP); o peso dado ao Exército (força de coesão da Federação); a defesa da Família e Moral tradicionais; e a posição (normalíssima), de neutralidade no conflito russo-ucraniano.

  4. Em meados deste Agosto, o FBI invade a mansão de Trump, na Flórida). Como num “país do 3º mundo” e sem qualquer respeito pela dignidade do cargo que Trump exerceu. Decerto é porque há eleições em Novembro, para renovar boa parte da câmara baixa (os “Representantes”) do Congresso (a alta sendo o Senado, já de maioria trumpista, republicana). E as previsões anunciam que os Republicanos vão ganhar, com alguma facilidade. Daí que, até lá, os Democratas (que estão a governar mal e a provocar, com muita gravidade, a China e a Rússia) vão continuar a tentar denegrir a figura máxima dos Republicanos, que é Trump. Exageraram o papel que ele teve quando, em 6-1-2021, os seus adeptos mais ferrenhos invadiram o Capitólio. E agora, a polícia de Biden (e de Pellosi, Kamala e Blinken) invade a sua bela mansão de “Mar a Lago” para procurar documentos “secretos” que Trump, inadvertidamente ou não, para aí terá levado. O que os Democratas (cada vez mais um partido governado pelos judeus americanos) querem, é encontrar novos pretextos para impedir legalmente Trump de se recandidatar às Presidenciais de finais de 2024. Ora estas calúnias e manobras acusatórias reforçam, é isso sim, as dúvidas sobre o que aconteceu com a vitória tangencial do sonolento mas sempre vaidoso ancião Joseph R. Biden, em Dez. de 2021, sobre Trump. Isto é, se o “volte face” obtido pelo voto electrónico e pela interminável chuva de votos por correspondência (democráticos…) não foi uma falsificação decisiva.

  5. Violações do domicílio de ex-presidentes, nunca aconteceram). E houve-os, bem corruptos (de Grant a Taft). Nem da casa de Obama, ou das dos Bush (pai e filho), de Clinton, Reagan, Carter, Ford, Nixon, Johnson, Kennedy, Eisenhower, F. D. Roosevelt, Coolidge, Harding, Wilson, Theodor Roosevelt…

  6. Em 2 dias seguidos, Biden mata Zawahiri e… Pellosi vai a Taiwan provocar os Chineses). Dá mesmo ideia de que os democratas não se importavam de tornar a invasão da Ucrânia numa Guerra Mundial, só para que Trump não tenha oportunidade de se recandidatar. É que, em tempo de guerra, quem é a favor da Paz (como Trump), fica, frequentemente com a falsa imagem de que é “a favor do inimigo”…

  7. O “pacifismo” americano e as mortes de Saddam Husseyn e Kaddafi). Ao contrário de Trump, quase todos os democratas (incl. Biden) apoiaram a injusta invasão do Iraque em 2003 (e o enforcamento de Saddam…). E apoiaram o assassinato do já há muito pacificado presidente líbio. E ainda hoje, não perceberam os erros capitais (e históricos) em que então se envolveram. Rezemos todos a Deus, agora, para que os democratas e judeus americanos (através do seu lúgubre confrade Zelenski) não metam o Mundo em nova Guerra Mundial, num momento em que estamos todos em Paz e muito bem. Só por um disparatado “racismo anti-russo”. E por pensarem que a Guerra se passará “longe de sua casa”, como no passado. Puro erro…


Autor: Eduardo Tomás Alves
DM

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23 agosto 2022