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O que conta são as pessoas

No período que atravessamos, é importante refletir sobre a importância das pessoas, dos recursos humanos, trabalhadores que diariamente exercem a sua atividade nas entidades do setor não lucrativo, especialmente aquelas que têm na sua matriz a assistência às populações, nas regiões, nos territórios deste nosso país.

A missão de cada Instituição toma forma e concretiza-se através destas pessoas que as dirigem, que nelas trabalham e que, muitas vezes, deixam ao largo a sua própria família para servirem o bem comum.

Muitas vezes associamos a defesa do bem comum aos políticos, aos grandes dirigentes do setor A ou do Setor B. E, é verdade: são! Contudo, estas pessoas que diariamente dirigem e trabalham nas Instituições deste nosso país são igualmente um elo fundamental de exercício do bem comum.

Tal como muitas Instituições, há empresas que têm a sua história fundada numa forte aposta nos seus recursos humanos. É, pois, importante reconhecer ao setor social e solidário a relevância dos seus recursos humanos e partilhar (empresas e Instituições) experiências para o enriquecimento deste valioso recurso.

Entre as muitas características do setor social solidário, talvez a de maior destaque seja a sua “dependência” das pessoas que asseguram no quotidiano a sua atividade e que garantem o cumprimento da sua missão.

O número de pessoas envolvidas e a qualidade do serviço prestado têm reflexo nos custos de funcionamento e na apreciação do desempenho institucional pelas comunidades que servem.

A atenção dada por estas organizações a este importante recurso deve refletir esta sua riqueza maior, para que se evitem constrangimentos à sua atuação e se prossiga na qualidade dos serviços prestados.

Desenvolver boas práticas de gestão de recursos humanos é concorrer para o sucesso destas organizações.

É este o desafio!

Deixo alguns pontos para início de reflexão, que caberá a cada um analisar: (1) Planear; (2) Recrutar e Selecionar; (3) Formar e Desenvolver; (4) Avaliar; (5) Envolver.

É fundamental que dirigentes e responsáveis pelas instituições sejam sensíveis aos benefícios que resultam da adequada gestão e das boas práticas em sede de Recursos Humanos.

Este será o meu desafio para o próximo mês.

Porque é um assunto muito caro à F3M, voltaremos a abordá-lo em setembro.


Autor: Filipe Cruz
DM

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3 agosto 2020