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No Rescaldo das Eleições Partidárias

É do conhecimento de todos que o Partido Social Democrático, no dia 13/1/2018, procedeu, no seu interior, à eleição democrática do seu mentor, que será o responsável imediato pelo seu destino: conduzir o partido para a sua global união e para a consecução das melhores condições de vida bio psíquica de todos os portugueses e penso que almejar o verdadeiro sentido do comportamento humano, desenrolado no seu meio ambiente concreto, em toda as suas vicissitudes de estabilidade e instabilidade. Entre os dois possíveis mentores, Rui Rio e Santana Lopes, após a eleição, a dita ou a desdita foi cair em Rui Rio. Não será desajustado evidenciar, perante o desfecho da eleição democrática, as reações dos dois políticos. Rui Rio afirmou “que sempre se guiou pelos ideais do fundador do partido, Sá Carneiro, e que é essa a bússola que vai continuar a seguir como mentor do partido. O partido não foi fundado para ser um clube de amigos ou uma agremiação de interesses ou de grupos, mas será uma alternativa de governo à atual frente da esquerda, que se formou. Será uma alternativa capaz de dar a Portugal uma governação mais firme, corajosa, capaz de enfrentar grandes problemas estruturais e capaz de restituir a vontade, a alma e a esperança a todo o português sem exceção”. Pedro Santana Lopes, após assumir a derrota, “assegurou que vai continuar no combate pela política e lutar pelos ideais políticos do partido”. Categoricamente, com toda a firmeza, Rui Rio afirmou que, como mentor do Partido Social Democrático, irá continuar a seguir, como sua “bússola”, os ideais de Sá Carneiro. Com todo o respeito, consideração e estima por tais ideais e seu mentor, vou deslocar esta “bússola” existencial, sujeita a todas as contingências e relativismos, para uma outra “bússola”, a transcendental e fora do tempo, com o condão de superar todos os ideais existenciais, expressos nas estruturas bio psíquicas, seja de quem for e a única a evitar grandes males mundiais, tais como uma deflagração nuclear. A “bússola”, fonte de todos os mais nobres, reais e concretos ideais, é o ser ôntico da natureza humana. Tal ser manifesta-se, indelevelmente, na sua transcendentalidade, capacidade de superar todos os perigos da existência; manifesta-se na sua unicidade, capacidade de abominar a separação; manifesta-se nas suas relações, capacidade de promover todos e quaisquer relacionamentos humanos e divinos. A unicidade, relativamente a este partido e a todos os partidos, sem exceção, exige deles a união na unidade, a integração e conexão entre si e a sua congruência com os imperativos do Uno Transcendental. Espero e desejo que Rui Rio consiga atingir, universalmente, estes objetivos.
Autor: Benjamim Araújo
DM

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31 janeiro 2018