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Equilibrar as nossas emoções…

Competição agressiva, excesso de concorrência, volumetria dominante do nosso quotidiano, naturalmente e compreendido por todos, somos fragilizados nalguns pontos mais vulneráveis ou incapazes, com maior incidência no terreno profissional propenso a momentos desagradáveis, desgastantes acabando por suprimir a nossa paz, deixando-nos muitas vezes irritados e sem o menor poder de reacção, bloqueando a nossa força interior com consequências inevitáveis na auto-estima da motivação do desempenho, relacionamento social, quebra de comportamento assertivo, isolamento, fobia ou pânico, ansiedade e depressão, o apego anímico à família, aos amigos, aos colegas de trabalho ou à comunidade.

Quando nos deparamos com este cenário desconfortável, o nosso equilíbrio emocional está diminuido, acaba por ser severamente prejudicado e quase como uma doença consumida e ditada pela evolução nefasta ao bem-estar saudável do percurso da vida humana.

A ciência da psicopatologia atenua o negativismo sofrido e influente na nossa vivência pessoal, familiar, profissional e social ao estruturar um conjunto de regras plausíveis de sucesso e de retorno às nossas origens da felicidade, centralizar padrões de qualidade de vida e reanimação da personalidade enferma.

Sobejamente conhecido, o ensinamento básico e conselheiro é não levar a sério ou não dar qualquer tipo de importância a quem nos perturba com ideias depreciativas.

Há pessoas que preenchem grande parte da vida alimentando polémicas, fofoquices, injuriando com sabor a inveja, embriagadas da mentira, zelosas no “bota-abaixo”, actores da falsidade, desenvergonhadas, patologicamente manipuladoras e assumidas como inertes no respeito pelo perfil da identidade da pessoa humana.

Longe das pessoas falsas existe o paraíso, perto delas, o inferno”. Por vezes não conseguimos supremacia para debelar um fenómeno decorado de espinhos de pessoas que fingem ser sinceras e abalam todo um diagrama emocional de liderança ou gestão na nossa tranquilidade individual ou colectiva.

O hábito do consumo da aldrabice geralmente tem impacto na frustração ou evidencia o centro “bélico” das atenções para abater matrizes do sucesso, gabando inglórias ou vangloriando a imaginação superficial ao espalhar rumores da mentira entre o autor e do seu feedback.

Há formas simplistas de contornar a rendição da nossa perturbação emocional, consciencializando as nossas atitudes no apego mental das capacidades e potencialidades de ultrapassar o que nos afecta, não alimentando a raiva e destituindo intelectualmente os pontos fracos de quem concebe erroneamente o nosso bom nome e a nossa imagem.

Se não conseguirmos vencer as nossas dificuldades de natureza emotiva, rapidamente somos consumidos por “abutres” famintos, devorando-nos até ao tutano.


Autor: Albino Gonçalves
DM

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9 julho 2018