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Churchill: para derrotar Hitler não bastava Stª Teresa de Calcutá

Para derrotar o milionário-presidente Vladimir Putin não bastará o Papa Francisco ou similar... Sem prejuízo da Oração. São João Paulo II, que esteve preso por nazis e soviéticos, sabe do que falamos. O assunto não será resolvido com paninhos quentes. Winston Churchill, escritor, jornalista e militar, conservador político e um dos Grandes Heróis da II Guerra para derrotar o nazismo na Europa, tinha já um passado muito pesado: participou antes na Guerra dos Bóeres. Os Britânicos foram derrotados pelos colonos calvinistas de origem Holandesa e Alemã e Huguenotes Franceses (Bóeres), 1880/81, fruto duma anterior anexação do Transvaal em 1877 pelos soldados de Sua Majestade. Tudo acabou em paz e numa espécie de protectorado da Coroa Britânica, mas com independência. Mais tarde, Churchill, já como Primeiro Lorde do Almirantado, durante a I Grande Guerra, participa como principal responsável do desastre da campanha de Galípoli. A Batalha dos Dardanelos ou Campanha da Península de Galípoli, Turquia, ocorreu entre 25/4/1915 e 9/1/1916. Britânicos, Franceses, Australianos e Neozelandeses tentaram entrar na Turquia para ocupar Dardanelos, mas a invasão falhou com pesadas perdas de ambos. Australianos e Neozelandeses culparam os Britânicos de falhas graves no planeamento desta guerra, tanto que ainda hoje o ANZAC Day, 25/4, supera em lembranças cerimoniais o Dia do Armistício. Atatürk, Pai da Nação Turca, era um dos comandantes vitoriosos. Os Aliados perderam aqui cerca de 43.000 vidas em 220.000 baixas, sendo que mais de 1/3 dos mortos eram da Austrália e da Nova Zelândia, a “carne-para-canhão”. As tropas Francesas tiveram 5.000 mortos dentro de 47.000 baixas. Já os Turcos, apesar da “vitória”, tiveram 65.000 mortos em 250.000 baixas. Números muito elevados mesmo para a época. Ou seja, Churchill não era propriamente um santo ou um tímido militar-político, mas antes alguém que, durante a II Guerra Mundial, estava no lugar e tempo certos da História da Humanidade. Na I Grande Guerra falhou, mas ficou com experiência. Não esquecendo os indispensáveis Presidentes Norte-americanos do Partido Democrata, Franklin D. Roosevelt e Harry S. Truman. Este último responsável pela largada das bombas atómicas em Hiroshima e Nagasaki, Japão, as quais levariam à sua rendição. Numa altura em que na Ucrânia se assistem a crimes de guerra todos os dias com a utilização de bombas de vácuo e sucção de ar contra crianças e grávidas e idosos, bem como se ameaça o uso generalizado de armas nucleares, químicas e biológicas como aconteceu, nestes últimos casos, na Síria, onde a Rússia auxiliou o ditador Bashar al-Assad‎, BBCNews, 6-10/3/22: a Casa Branca alertou para esse perigo, uma vez que a Rússia começou com a retórica de que “a Ucrânia se prepara para atacar com armas biológicas e químicas”. O que significa que poderão os Russos fazer um ataque de “falsa bandeira”, i.e., um ataque químico-biológico fingindo serem Ucranianos para depois existir um pretexto, por parte dos próprios Russos, para poder(em) atacar os Ucranianos com armas biológicas e químicas. Já o Chefe das Forças Armadas Britânicas, o Almirante Sir Antony David Radakin, ridicularizou Putin quando este ameaçou com armas nucleares, ao afirmar: nós somos profissionais e estamos preparados com um nível de responsabilidade que as pessoas esperam de nós. Estamos confiantes em deitar abaixo Putin. Sir Tony Radakin disse estar em contacto directo com o Chefe das Forças Armadas Russas, o General Valery Gerasimov, especificando que o Ministério da Defesa Britânico tem uma linha telefónica directa com a sede operacional de Moscovo que pode evitar/desencadear uma guerra nuclear. Todos os dias se testa este telefone. Sir Tony Radakin pretende falar sempre que necessário com o Gen. Valery Gerasimov. Sir Tony Radakin também informou que os Serviços Secretos estão infiltrados para avisar(em) com antecedência se a escalada nuclear puder suceder: monitorização 24hrs por dia. São Tomás de Aquino sacraliza aliás a Legítima Defesa, n/artigo de 31/3/17, “Não matarás?”.


Autor: Gonçalo S. de Mello Bandeira
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11 março 2022