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Olaf SCHOLZ: “temos que deportar pessoas com maior frequência e rapidez”

Scholz tinha acabado de visitar os locais de Israel onde o grupo terrorista nazi hamas tinha feito em 7/10 o seu “holocausto de estimação”: atando e queimando “pilhas” de crianças vivas em frente aos seus familiares, torturando e abusando sexualmente de casais, mulheres jovens e rapazes mas também homens incluindo idosos(as), cortando a cabeça a soldados, cegando com paus pessoas vivas, decapitando crianças, fuzilando festivaleiros pacifistas, uns a conduzir, outros a correr e outros dentro de quartos de banho. Esmagando pessoas, etc.. E ainda há 222 raptados. Reféns multinacionais que devem ser libertados de imediato pelos nazis do hamas. O hamas-nazi é o 1º responsável por todos os inocentes mortos, sejam eles Israelitas ou Palestinianos, Muçulmanos ou Cristãos. Fora os torturados sobreviventes, foram quase 1.400 pessoas assassinadas, de várias nacionalidades. E só por serem judeus. Não tem desculpa a frase do português António Guterres, Secretário-Geral da ONU quando diz: “É importante reconhecer também que os ataques do Hamas não aconteceram no vácuo. O povo palestiniano é sujeito a uma ocupação sufocante há 56 anos”. Era o mesmo que dizer: “É importante reconhecer também que o holocausto dos nazis não aconteceu no vácuo. O povo alemão-ariano foi sujeito a profundas injustiças judaicas europeias nos Tratados do pós-I Grande Guerra Mundial”. O que diria o seu arqui-inimigo JORGE SAMPAIO de origem judaica?! Os Crimes contra a Humanidade não têm qualquer justificação. Só um psicopata ou assassino em série, com problemas cerebrais incuráveis, que Guterres não é, é que defende essas teses. E o problema é quando um desses inumanos chega ao poder. E muitos são os casos ao longo da História. Guterres ou está calado ou mais vale continuar a falar só em Meio-Ambiente, mas então deve ir para a Ecologia a tempo inteiro. Pedro Sánchez de Espanha apoia Guterres pela “maioria”. I.e., se a “maioria” forem nazis, está tudo bem! A inquisição ibérica está de volta: queimem os judeus! Em 20/10/23, Scholz, o Chanceler da República Federal da Alemanha, ex-Advogado e líder do Partido Social Democrata Alemão - Internacional Socialista -, que governa em Coligação com Verdes e Liberais de direita, deu uma importante entrevista ao Der Spiegel. Recorde-se que a Alemanha, embora em crise, é o motor económico da União Europeia. É o 3º país mais exportador do mundo, tendo, todavia, sido o 1º há não muitos anos. Bem sabendo que o 1º, a China, exporta também produtos de marca alemã. Mas se encararmos a UE como um só, então é a UE que fica em 1º. Lembre-se ainda que Portugal é o 2º país da UE mais lesado por burlas com subsídios europeus. Os dados são de 3/23 e constam do importante Relatório da Procuradoria Europeia: €2,9 mil milhões! Scholz lembrou que desde sempre Israel viveu sob o bombardeamento de roquetes palestinianos. Reiterou a legítima defesa de Israel. Ameaçou o Hezbollah-Irão para não se meterem. Comparou as intenções do hamas ao holocausto nazi. A Alemanha prometeu ao mundo: “nunca mais”. Criticou as manifestações públicas nas ruas alemãs e europeias de elogio ao hamas que são um crime em si: “um ataque aos judeus por serem judeus é um ataque a toda a Humanidade”. Scholz defendeu que a Alemanha vai continuar a precisar de emigrantes trabalhadores, mas tem que deportar pessoas indesejáveis com maior frequência e rapidez. Nomeadamente pessoas que perfilhem ideologias nazis-hamas. A emigração ilegal não é bem-vinda à Alemanha. “Estamos a reforçar a protecção das fronteiras externas da Europa para que menos pessoas consigam chegar à Europa. E chegámos a acordo sobre um novo mecanismo de solidariedade na UE: os refugiados deverão ser registados no seu primeiro país de entrada, em vez de serem meramente encaminhados para a Alemanha. Em troca, serão distribuídos de forma justa por toda a Europa”. “Aqueles a quem provavelmente não será concedida permissão para permanecer na Alemanha porque não podem alegar necessidade de protecção devem regressar.”. “Os processos judiciais também devem ser acelerados: em alguns estados, as decisões iniciais em casos de deportação chegam ao fim de 4 meses, enquanto noutros demoram 39. Isso é inaceitável. Temos que deportar pessoas com mais frequência e rapidez.”; “… até agora, muitas repatriações falharam devido à falta de cooperação dos países de origem e dos países de trânsito. Estamos mudando isso”.

Gonçalo S. de Mello Bandeira

Gonçalo S. de Mello Bandeira

27 outubro 2023