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Como decapitar crianças e achar que se tem razão: hamas?

Não faltam por aí putativos opinadores de cérebro atrofiado que acham que se pode dar razão a quem, de forma cobarde e putrefacta espiritual, tortura e decapita crianças em nome dum punhado de Terra Santa (por muito Santa que seja, não passa de Terra: das cinzas para as cinzas, já cantava a Bíblia e David Bowie). Bem, não admira, pois alguns deles são admiradores de Hitler, Estaline ou Pot, etc.. Como todos sabemos, o grupo terrorista hamas, de inspiração racista e nazi – ainda agora penduraram bandeiras nazis –, perpetrou um dos piores ataques racistas e terroristas da História da Humanidade e o pior em solo Israelita desde a sua Fundação: Resolução pela Assembleia Geral das Nações Unidas, 29/11/47 e 14/5/48, quando David Ben-Gurion declara o estabelecimento do Estado Judeu em Eretz Israel. Foram atacadas milhares de pessoas, de várias religiões e nacionalidades, que assistiam a um festival pacifista jovem de música no Sul de Israel: uns foram mortos a tiro como quem mata coelhos; outros, raptados, torturados e esmagados como insectos pelos carros e ainda abusados psicológica e sexualmente, como aliás é costume quando chega a razão dos bárbaros e burros que nem calhaus do deserto. É mais fácil odiar do que amar... Já em algumas vilas agrícolas bem próximas de Gaza, famílias inteiras foram torturadas, mortas e raptadas. Alguns salvaram-se por Milagre como 2 bebés gémeos escondidos por seus pais, assassinados. Em particular causou repulsa profunda mundial e ao Presidente dos EUA, o católico Joe Biden, que anda sempre com o Terço no Bolso a rezar, terem aparecido crianças decapitadas. O seu discurso foi considerado aliás o mais protector e agressivo de sempre, por um Presidente que não Israelita, a favor de Israel e contra os seus inimigos. Em contraste com o ultra ambientalista António Guterres, também católico assumido. O meio-ambiente sempre foi uma causa que nenhum governante pode dizer o contrário, pois se disser será cancelado, esperto! Netanyahu, autoidentificado como da direita radical política Israelita, declarou também que “cada membro do hamas é um homem morto”. Se dúvidas houvesse, toda a Oposição de Esquerda Israelita se juntou ao Governo numa Emergência Nacional-de-Guerra. E o que diz a Lei Portuguesa/UE sobre o Terrorismo? Lei 52/2003, de 22/8, com alt. até Lei 2/2023, de 16/1. Conceito de grupo terrorista e de infracção terrorista: “1 - Considera-se grupo terrorista a associação de duas ou mais pessoas que, independentemente de ter ou não funções formalmente definidas para os seus membros, continuidade na sua composição ou estrutura elaborada, se mantém ao longo do tempo e atua de forma concertada com o objetivo de cometer infrações terroristas. / 2 - Não se considera grupo terrorista a associação constituída fortuitamente para a prática imediata de uma infração. (…)”. São diversas as infracções terroristas que aqui não vamos desenvolver. Lei de Talião, olho-por-olho, dente-por-dente? Sim, é Bíblico. Os bombardeamentos em Gaza já mataram mais inocentes, incluindo crianças? Sim, infelizmente, pessoas sem culpa. Existe um cerco a Gaza que prejudicará inocentes? Sim, também. Mas aqui há um culpado claro, que ninguém tente enganar os outros, o autointitulado hamas e o seu cobarde, racista e nazi extermínio. Como diz o Papa Francisco, entre Outros, LIBERTEM OS REFÉNS. Ou sofrerão as consequências, diz Israel. São as armas que o dizem. E os Israelitas têm muitas incluindo armas atómicas. A História recente ensina que haverá uma tentativa de exportação do modus operandi deste terrorismo da Terra Santa para o mundo? Prevemos que os Festivais de Música pacifistas – e Portugal tem muitos –, passarão a ser um alvo preferencial terrorista. Assim, como p.e. as “paradas LGBTQIAPN+ etc.”... Querem uma aposta? E neste último caso até Israel tem “culpas no cartório”. E, por ironia, há alguns países muito bons no anti-terrorismo radical islâmico: China e Rússia. A razão está só dum lado? Não. Mais uma vez dizemos que o Amor ao Próximo com a Legítima Defesa é a solução. AMAS e não hamas.

Gonçalo S. de Mello Bandeira

Gonçalo S. de Mello Bandeira

13 outubro 2023