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Franciscanas Missionárias de Maria têm nova superiora geral

Franciscanas Missionárias de Maria têm nova superiora geral
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Publicado em 31 de março de 2022, às 10:22

Uma Irmã portuguesa entre as seis conselheiras gerais.

AIrmã Eufemia Mercedes Glenny Araujo, de nacionalidade peruana, é a nova Superiora Geral do Instituto das Franciscanas Missionárias de Maria (FMM). A eleição decorreu no Capítulo Geral que está a decorrer em Roma, até ao próximo sábado, informa o Secretariado Provincial das Franciscanas Missionárias de Maria em Portugal numa nota divulgada pelas Comunidades das Irmãs FMM em Braga e Arcozelo (Barcelos). Eufemia Mercedes Glenny Araujo, de 58 anos, que exercia a função de Conselheira Geral, com dez anos de missão no Paquistão, vai ser assistida por seis conselheiras gerais, uma das quais portuguesa, a Irmã Celina Maria da Silva Palmeira, da Província das Ilhas Reunião, Maurícia, Seicheles. As outras cinco Irmãs eleitas são Arlette Parriel, francesa, da Província de França-Bélgica-Holanda-Ilha Feroé; Georgette Ngom, senegalesa, da Província de Mauritânia-Senegal; Francisco Nirmala Gnanapragasam, indiana, da Província da Índia Chennai; Narelle Skeers, australiana (segundo mandato de conselheira geral); e Susan Thomas, malaia, da Província de Malásia, Singapura. Participam neste Capítulo Geral, que começou a 12 de março, 120 pessoas, capitulares e pessoal de apoio, proveniente de todos os Continentes. De Portugal estão as irmãs Maria Isabel Ribeiro Gomes (provincial) e Isabel Faustino Balbino (delegada). Esta reunião magna das Franciscanas Missionárias de Maria tem a função de «analisar o processo de transformação em curso em todo o seu Instituto, desde 2015 e projetar a etapa seguinte que conduzirá à formação de regiões». O Secretariado Provincial das FMM em Portugal explica que este processo de transformação «impõe, por si mesmo, a conversão da mente, do coração e da ação, capacitando o Instituto a desempenhar a sua missão evangelizadora, em fidelidade ao carisma fundador, num mundo completamente outro». [Notícia na edição impressa do Diário do Minho]
Autor: Jorge Oliveira