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Sameiro reza pela paz no mundo na procissão de velas deste mês

Sameiro reza pela paz no mundo na procissão de velas deste mês
Fotografia

Jorge Oliveira

Jornalista

Publicado em 08 de julho de 2024, às 16:20

Caminhada, no dia 12, inicia-se às 21h30 junto à estátua de S. João Paulo II

Na noite da próxima sexta-feira, 12 de julho, realiza-se uma procissão de velas no santuário de Nossa Senhora do Sameiro. 

A concentração está marcada para as 21h30 junto à estátua de São João Paulo II (rotunda), partindo daí a procissão em direção à Cripra da Basílica.

Durante a caminhada, os peregrinos serão convidados a meditar os mistérios do Terço e a rezar a oração recomendada por Nossa Senhora.

«Vamos rezar por nós, pelos nossos, por quem mais precisa, pela paz no mundo», adianta a Confraria de Nossa Senhora do Sameiro.

A caminhada conclui-se na Cripta, com uma reflexão final e bênção aos peregrinos.

Organizada pela Confraria, a procissão tem como destinatários «todos os que amam Nossa Senhora; todos quantos se querem sentir e saber amados por Ela; todos quantos gostam de rezar, por si, pelos seus, pela cidade, pelo mundo».

«Todos são bem-vindos a este momento de fé, em que os corações marianos expressam devoção e elevam preces e louvores a Nossa Senhora», acrescenta a Confraria.

Esta é a terceira procissão de velas de um conjunto de cinco proposto pelo santuário do Sameiro em homenagem a Nossa Senhora, nas noites de véspera dos dias de celebração do aniversário das cinco aparições marianas em Fátima.  

As próximas procissões de velas realizam-se nas noites de 12 de setembro e 12 de outubro.  No mês de agosto não há procissão. 

O ciclo iniciou a 12 de maio, em sintonia com as celebrações no santuário de Fátima.    

Na próxima sexta-feira, 12 de junho, assinalam-se também os 88 anos do início da construção da cúpula/zimbório da Basílica, um espaço de contemplação «sem par de todo o território envolvente ao Sameiro».

Deste ponto, numa rotação de 360º, o visitante pode apreciar as montanhas do Gerês, Cabreira (Vieira do Minho), da Penha (Guimarães) ou da Franqueira (Barcelos). Em dias de céu limpo, sem nevoeiro, avista-se também o mar, desde Leixões à foz do Lima. 

«É um deslumbramento, um êxtase, um mergulho delicioso em toda a criação», descreve a Confraria como que a convidar a uma subida a este ponto mais alto da Basílica.