Eram cerca das 10:18 quando os populares se abraçaram à árvore, mas a contestação em Darque contra o abate de cerca de 20 dos 170 plátanos existentes na avenida começou às 08:00, numa iniciativa convocada através das redes sociais que chegou a juntar cerca de meia centena de pessoas.
A associação de moradores do Cabedelo, que marcou presença no protesto contra este corte de árvores, previsto nas obras de construção de acessos ao Porto de Viana do Castelo, acionou um “embargo extrajudicial de obra” para travar o abate, mas a tentativa de prosseguir os trabalhos levou alguns manifestantes a abraçarem-se à árvore.
Em declarações à agência Lusa, a presidente da associação de moradores, Mariana Rocha Neves, explicou que o embargo extrajudicial de obra é uma figura jurídica “que permite a paragem imediata da obra para que, num prazo de cinco dias, o processo judicial seja formalizado”.
[Notícia completa na edição impressa do Diário do Minho]Autor: Lusa