O presidente da Associação de Pais, Paulo Magalhães, diz que a escola tem «amianto nas coberturas e a temperatura nas salas de aulas descem aos zero graus».«Isto para não falar na humidade e fissuras que a escola tem», referiu. A GNR foi chamada à escola e retirou cadeado, mas Paulo Magalhães diz que a luta é para continuar e está marcado novo protesto para sexta-feira. A escola chegou a ter uma requalificação prevista no Governo de Sócrates, tendo uma cabimentação de 13 ME, mas atualmente desceu para os três milhões.
Também no local esteve o presidente da Câmara de Vieira do Minho, António Cardoso, que revelou que já houveram três concursos para a obra, mas dois não obteve interessados e o último «não reuniu as condições necessárias para iniciar os trabalhos».«É necessário subir o preço base em 300 mil euros para aparecerem candidatos à obra.Já pedimos, sem sucesso, ao Ministério da Educação que suportasse aqueles 300 mil euros, para que a empreitada tivesse condições de ser adjudicada nos moldes em que foi concebido todo o projeto», disse o autarca, destacando que a escola precisa «de uma intervenção a sério e não de uma intervenção faz de conta». [Notícia completa na edição impressa do Diário do Minho]
Autor: Nuno Cerqueira