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Fogo de Lindoso sem meios aéreos por causa da nebulosidade

Fogo de Lindoso sem meios aéreos por causa da nebulosidade
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Publicado em 09 de agosto de 2020, às 11:54

O incêndio desenvolve-se numa zona só acessível a equipas apeadas.

Mais de 150 operacionais combatem esta manhã o incêndio que deflagrou na madrugada de sábado em Lindoso, Ponte da Barca, que não conta com a ajuda dos meios aéreos por causa da nebulosidade, segundo fonte da Proteção Civil. "O incêndio desenvolve-se numa zona só acessível a equipas apeadas, onde há grande dificuldade devido à inclinação do terreno e a 800 metros de altitude. É muito difícil. Não estão meios aéreos pois não existem condições meteorológicas", explicou em declarações à Lusa o comandante operacional de serviço na sede da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), Paulo Santos. No entanto, assim que as condições meteorológicas o permitam, os meios aéreos serão acionados para se juntarem ao combate às chamas. O responsável acrescentou que, do lado espanhol, o combate ao fogo está também a ser feito apenas com equipas apeadas. O combate ao incêndio que atinge Portugal e Espanha estava pelas 10:05 a ser feito por 156 operacionais, apoiados por 48 veículos terrestres. A maior preocupação neste incêndio, em zona remota, é o impacto ambiental porque está a atingir o Parque Nacional da Peneda Gerês. “Queremos minimizar os riscos ambientais ao máximo”, afirmou a mesma fonte. Quanto à área devastada pelas chamas em Lindoso, no distrito de Viana do Castelo, o comandante da proteção civil diz que, comparado com outros incêndios no país, "não tem muita extensão".
Autor: Redação/Lusa