Ao que foi possível apurar pelo Diário do Minho, o incêndio «teve início na sequência da limpeza de um terreno, em que o suspeito realizou uma queima de sobrantes, sem ter efetuado a comunicação prévia obrigatória», disse a GNR, acrescentando que as chamas acabaram por se descontrolar e atingiram uma zona de mato.«O detido foi constituído arguido e sujeito à medida de coação de termo de identidade e residência, tendo sido informado o Tribunal Judicial de Guimarães», confirma a GNR.
Autor: Nuno Cerqueira