Segundo apurou o Diário do Minho, junto do Comandante do DCC de Matosinhos, Capitão Nuno Marinho, no total foram 268 apreensões que ascendem às 59 toneladas, entre artes de pescas, pescado, marisco e bivalves, de material apreendido no ano de 2018 em missões levadas a cabo por esta unidade.Em Viana do Castelo ocorreu uma das maiores apreensões de sempre de atum-rabilho, mas é o meixão que continua a ser o "fruto proibido" dos pescadores numa autêntica "armada" de tráfico deste produto que no mercado chinês atinge em média os 10 mil euros o quilo. [Notícia completa na edição impressa do Diário do Minho]
Autor: Nuno Cerqueira